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quarta-feira, agosto 18, 2010

Auto retrato do escritor enquanto corredor de fundo


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Murakami, célebre escritor japonês, também corredor de maratonas. E escreve as suas memórias de corredor. Lindo. Bela prosa.

Um livro de memórias.

Haruki Murakami abre o livro das confidências (e a sua alma) e dá a ler aos seus fiéis leitores uma meditação luminosa sobre o homem.

Em 1982, ao mesmo tempo que abandonava o lugar à frente dos destinos do clube de jazz que e tomava a decisão de se dedicar à escrita, Haruki Murakami começava a correr. No ano seguinte, abalançou-se a percorrer sozinho o trajecto que separa Atenas da cidade de Maratona. Depois de participar em dezenas de provas de longa distância e em triatlos, o romancista reflecte neste livro sobre o que significa para ele correr e como a corrida se reflectiu na sua maneira de escrever.

"Extremamente pessoal, sincero e comovente" Publishers Weekly

"Altamente recomendado" NewYork Sun

terça-feira, agosto 17, 2010

13 anos de PS...quinta maior dívida do mundo...!

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Nos anos setenta, em plena guerra fria, havia uma velha anedota:

Q: "sabes o resultado de um governo socialista num país do Sahara ao fim de seis meses?"

A: "Não..."

Q/A: destruía de tal maneira o aparelho produtivo que em breve o país estaria a importar areia...

Claro que a anedota visava o sistema económico e político socialista-bolshevista e não a social-democracia/socialismo democrático ocidental...mas...

Veja-se o caso Português....desde 1995 até agora, 13 anos de governo PS...

Entre outros resultados não dignos de orgulho....o facto de sermos a quinta nação mais endividada do mundo....!

Um excerpto:

"Portugal - Debt/GDP: 228%
With last year's deficit coming in at 9.4% of GDP, the Portuguese government has instituted a growth and austerity program with the objective of reducing that number to 2.8% by 2013. These measures have sparked strikes in the public sector including postal and transportation services. Those events have been further propelled by unemployment above 10%, the worst in 40 years.

The root problem has been low productivity and virtually no economic growth in the past few years. Portugal ranks last in GDP growth among countries that adopted the euro as a common currency. Demand for goods and services has stalled, along with innovation and business momentum. In addition, Portugal's exports have been undercut by cheap labor in countries such as China.

Read more: http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?f=/g/a/2010/08/12/investopedia46263.DTL#ixzz0wqwJpcXe
"

Reformas dos Baby-boomers em risco nos Eua...e em Portugal?

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Um pequeno excerpto (sobre os Estados Unidos) que dá em que pensar no que acontecerá em Portugal, onde a esmagadora maioria da população confia no esquema piramidal tipo D.Branca gerido pelo Estado Português e chamado de Sistema de Segurança Social.

"At those levels of return, some 59% of people aged 56 to 62 will be at risk of not having enough money to cover basic living and health-care costs in retirement, estimates Mr. Van Derhei."

segunda-feira, agosto 09, 2010

O socialismo é bom...mas não funciona....

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Gentileza de um amigo economista que me enviou este texto que reproduzo com a devida vénia:

"Um professor de economia da universidade Texas Tech disse que raramente
chumbava um aluno, mas tinha, uma vez, chumbado uma turma inteira.

Esta turma em particular tinha insistido que o socialismo realmente
funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário
e "justo".



O professor então disse, "Ok, vamos fazer uma experiência socialista nesta
classe.

Ao invés de dinheiro, usaremos as vossas notas dos exames."



Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma e, portanto
seriam "justas".

Isto quis dizer que todos receberiam as mesmas notas e que dificilmente
alguém chumbaria.

Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia 20 valores...



Logo que a média dos primeiros exames foi calculada, todos receberam 12
valores.



Quem estudou com dedicação ficou indignado, pois achou que merecia mais, mas
os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado!



Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos -
eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma.



Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que também eles se
deviam aproveitar da media das notas.

Portanto, agindo contra os seus princípios, eles copiaram os hábitos dos
preguiçosos.

O resultado, a segunda média dos testes foi 10.

Ninguém gostou.



Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.

As notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre
os alunos, procura de culpados e palavrões passaram a fazer parte da
atmosfera das aulas daquela turma.

A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das
reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte
daquela turma.

No fim de contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar os outros.

Portanto, todos os alunos chumbaram...

Para sua total surpresa.



O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela
era baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes.

Preguiça e mágoas foi o seu resultado.

Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha
começado.



"Quando a recompensa é grande", disse, o professor, "o esforço pelo sucesso
é grande, pelo menos para alguns de nós.

Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros
sem o seu consentimento para dar a outros que não lutaram por elas, então o
fracasso é inevitável."



O pensamento abaixo foi escrito em 1931.



"É impossível levar o pobre à prosperidade através de leis que punem os
ricos pela sua prosperidade.

Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa tem de trabalhar
recebendo menos.

O governo só pode dar a alguém aquilo que tira de outro alguém.

Quando metade da população descobre de que não precisa de trabalhar, pois a
outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade
entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade,
então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."



Adrian Rogers, 1931