Lutamos por uma banca saudável e solidária. Lideramos o melhor sistema de saúde em Portugal. Gostamos de coisas boas e com estilo. De produtos e serviços únicos. De pessoas com convicções e de uma boa conversa. De vinhos bons, que não têm que ser caros. Gostamos do ar livre, do mar e do sol. Do design e boa arquitectura. Achamos que a Economia, Política e a Fé (seja lá o que isso for) fazem o mundo girar. Adoramos o Benfica. Amamos os nossos filhos.
sexta-feira, junho 27, 2008
Corrida 510 anos da SCML no dia 06 de Julho
Várias corridas mas a mais interessante a dos 8 kilómetros, pelas 10h de dia 06 de Julho.
O Presidente não tem razão

O Presidente não tem razão
Num mercado global, quem produz valor de nível excepcional tem uma utilidade muito maior que os meramente muito bons…Paulo Gonçalves Marcos
A questão do valor tem apaixonado gerações sucessivas de pensadores, em geral, e de economistas, em particular. Adam Smith, David Ricardo, Marx, Jevons, Marshall, entre outros, dedicaram considerável atenção a responder à questão do que é que determina o valor (e o preço que é pago) de algo. Raridade, quantidade de trabalho e capital incorporado, primeiro; mais tarde, com os marginalistas, a resposta definitiva: o valor de um produto ou serviço é determinado pela utilidade da última unidade. Isto leva-nos à famosa frase de Giovanni Trapattoni, último campeão pelo Benfica: “um excelente treinador aumenta em 10% o desempenho de uma equipa, face a um meramente muito bom treinador; mas um mau treinador pode amputá-la em mais de 50%”. Uma primeira pista, que ajuda a explicar a razão porque os super-gestores têm remunerações muito mais elevadas que o comum dos trabalhadores. Uma economia globalizada implica que certos produtos e serviços são alvo de uma procura global. Produtos de luxo, música ‘pop’ ou futebol são verdadeiros produtos globais, no sentido de serem iguais em todos os mercados.
Para além destes, os talentos dos profissionais qualificados de natureza intelectual (engenheiros, médicos, investigadores, arquitectos) ou de Economia e Gestão, passaram a ser disputados e cotados no mercado do talento global. Tal como já sucedia com as super-modelos, desportistas ou cantores. O acesso ao mercado global implica o acesso a um número incomparavelmente superior de clientes, que aquilo que os mercados domésticos poderiam proporcionar. E isso fez disparar o valor dos talentos globais. Sejam eles um futebolista da selecção nacional ou o CEO de uma empresa cotada na Euronext.
A Teoria Financeira ensina-nos, contudo, que existe um potencial conflito de interesses entre os gestores das sociedades anónimas (preferencialmente cotadas em bolsa e com o capital bastante pulverizado…) e os accionistas. Estes querem uma remuneração adequada para o risco de comprarem acções das empresas; os gestores querem maximizar as suas remunerações e a sua longevidade no cargo. Quanto mais atomizados forem os accionistas, mais poderosos se tornam os gestores das sociedades. Como o caso recente de um grande banco português ilustrou à saciedade… Na busca dos seus fins, os gestores tendem a prosseguir estratégias de crescimento, mormente por via de aquisições. Com isso aumentam o volume potencial de receitas (e de lucros, espera-se) e tornam mais difícil, pela dimensão acrescida, que as empresas que gerem sejam alvo de uma OPA hostil.
Depois, basta ligar a remuneração variável dos gestores à dimensão (que não à rendibilidade dos capitais investidos…) dos lucros da nova sociedade resultado da fusão, para que a remuneração dos citados gestores seja estupenda… Chamam a isto os economistas os problemas inerentes à Teoria da Agência e ao conflito de interesses entre o Principal (o accionista) e o seu Agente (o gestor). Compete, então, às autoridades regulatórias tornar as remunerações executivas mais transparentes e públicas nas sociedades cotadas. Averiguar a independência das Comissões de Vencimentos. Ou seja, separar os jogadores no mercado do talento global dos meramente apropriadores de rendas económicas. Entendidas estas no sentido de que são ganhos anormalmente elevados, predadores e não conformes a concorrência nos mercados.
Pugnemos pela transparência e pela imprensa livre e independente, enquanto verdadeiras restrições ao eventual comportamento predatório de alguns. Por isso, apenas invectivar os gestores é demagógico: num mercado global, quem produz valor de nível excepcional tem uma utilidade muito maior que os meramente muito bons…sejam eles futebolistas, treinadores ou gestores… Algo que os economistas sabem desde o final do século XIX!
www.antonuco.blogspot.com
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Paulo Gonçalves Marcos, Economista
segunda-feira, junho 23, 2008
Record downloads for Firefox
Mozilla reported strong interest in the latest version of its Firefox browser, scoring more than 8.3 million downloads in its first 24 hours
quinta-feira, junho 19, 2008
Google, Facebook, Apple: which one will rule the web?
segunda-feira, junho 16, 2008
Países em Mudança...
Negação do fatalismo. Ambição e vontade vencer.
Jovens quadros com a atitude e vontade de aprender mais.
Bons augúrios.
quinta-feira, junho 05, 2008
Netsonda lança estudo omnibus online
Netsonda lança estudo omnibus online que permite a inclusão de som, vídeos e imagens
A Netsonda desenvolveu e apresentou o NetShuttle, um estudo omnibus online, semanal e multicliente, onde as empresas podem escolher as perguntas que pretendem fazer, com a possibilidade de incluir ainda som, vídeo e imagens.
Este estudo é dirigido especialmente a agências de meios, comunicação e publicidade. O NetShuttle é feito sobre uma amostra de 400 indivíduos registados no Painel Netsonda na Internet e tem cobertura nacional. A amostragem aleatória simples é feita através do mesmo painel. A recolha é feita às quartas-feiras, de forma a entregar os resultados na segunda-feira seguinte, o que garante a actualidade dos dados, segundo informa o comunicado da Netsonda. Os preços rondam os 100 euros por pergunta, valor que pode variar. “O NetShuttle foi desenvolvido exactamente para clientes que necessitam de aferir com rapidez e fiabilidade alguma informação específica ou até testar alguns conceitos de forma a terem pistas junto de um segmento de consumidores de valor acrescentado”, informa a direcção da Netsonda em comunicado.
quarta-feira, junho 04, 2008
A ficção científica de Al Gore
| Não é climatologista, mas deu-se ao trabalho de “dissecar”, a partir de numerosos documentos científicos e do contributo de cientistas do ambiente, muitas das afirmações contidas no famoso livro de Al Gore, contrariando-as. Marlo Lewis Jr é o autor de um livro polémico a ser lançado esta semana em Portugal e, em entrevista ao VER, sublinha a “propaganda dogmática” dos adeptos do apocalipse climático
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Thirst for change trumped Clinton´s experience
Thirst for change trumped Clinton's experience
By BETH FOUHY, Associated Press WriterWed Jun 4, 3:12 AM ET
On her first campaign visit to New Hampshire, in February 2007, Hillary Rodham Clinton was confronted by a voter who demanded she explain her 2002 Senate vote authorizing the U.S. invasion of Iraq.
"I want to know if right here, right now, once and for all and without nuance, you can say that war authorization was a mistake," Roger Tilton asked Clinton. "I, and I think a lot of other primary voters — until we hear you say it, we're not going to hear all the other great things you are saying."
Clinton replied, as she would repeat in the ensuing months: "Knowing what we know now, I would never have voted for it."
Her refusal to admit error failed to satisfy Tilton, a 46-year-old financial analyst from Nashua even though he loved her position on health care and capping Iraq troop levels.
That exchange, pounced upon by some reporters to the displeasure of Clinton's aides, foreshadowed her demise. Her refusal to back off that vote tied her to the past and to an unpopular war. It embodied her campaign's fundamental miscalculation: the decision to present her as the standard-bearer for Washington experience, ready for office on Day One.
As such it was a telltale moment in the former first lady's dizzying 17-month slide from prohibitive front-runner to also-ran — upended by Barack Obama, a rookie on the national political scene, and by his message of change, in a year voters hungered for change.
By itself, Clinton's Iraq vote didn't cost her the nomination. There were other culprits: her ever-changing campaign themes, poor financial planning, squabbling staff and a field organizing plan designed for quick victory rather than a 50-state delegate hunt.
And there were events along the way that were omens of her downfall — many not fully appreciated in the bright glow of her near-universal name recognition, endorsements from the party establishment and long early lead in the polls.
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The first quarter of 2007 ended with a big surprise for the Clinton campaign, the reputed powerhouse of Democratic fundraising: Obama raised $25 million from more than 100,000 donors in those three months. While the New York senator had raised $26 million from 60,000 donors, just $20 million was for primaries, $6 million for the general election. Obama's total included $23 million for the primaries.
At first, word of Obama's stunning success led to near-panic within the Clinton team. Eventually, the agitation gave way to a wary calm. "He raised a lot, we raised a lot," spokesman Howard Wolfson mused.
Their first response turned out to be more accurate. Obama had shattered the establishment approach to soliciting campaign cash.
Clinton's money had come largely from squeezing wealthy individuals for the maximum legal contribution of $2,300 for the primaries and $2,300 for the general election. The Obama campaign mined the Internet for small donations from people who could be re-solicited throughout the campaign.
Obama would eventually raise more than $265 million for the primaries from more than 2 million individuals. Clinton raised about $215 million, and would end her campaign more than $30 million in debt. Most important, Obama's army of small donors paid for the impressive field organization he would build, drawing on grass-roots support across the country and penetrating states Clinton couldn't afford to contest.
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In May of last year, a memo from Clinton deputy campaign manager Mike Henry leaked that both foreshadowed and helped produce dire events for her campaign. Henry recommended the New York senator skip the leadoff Iowa caucuses. The document roiled her campaign and revealed the first of many staff disputes. It also would help seal her poor showing in the state months later, which gave Obama a chance to show that white voters would support a black presidential candidate.
All along, Clinton's advisers had fretted about her chances in Iowa. Bill Clinton did not campaign in the state in his first presidential run in 1992, and the couple had never built the organization needed to win the caucuses.
Supporters like former Gov. Tom Vilsack warned that Clinton was starting dangerously late and needed to visit the state more. Campaign people worried that Clinton was sticking to a rigorous schedule in the Senate, not spending serious time in Iowa until late summer 2007.
Although the notion that she wouldn't compete in the campaign's first contest was never seriously considered by campaigns chiefs, Henry had the respect of many in the campaign including top adviser and delegate-hunter Harold Ickes, and he was encouraged to put his concerns about Clinton's Iowa chances in writing.
The leak of Henry's memo — which accurately pointed out that Iowa was Clinton's weakest state and would require a multimillion-dollar investment that might be better spent elsewhere — was a blow that put her on the defensive in Iowa for the remainder of the campaign.
Sure enough, it cost Clinton $25 million to finish third in Iowa — narrowly behind John Edwards but swamped by Obama, whose organizers had identified thousands of young, first-time caucus-goers to come out for him. Henry left the campaign not long after.
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Clinton delivered strong performances in a long series of televised debates, but that streak came apart in a single moment in Philadelphia in late October 2007, when she was asked during a forum on MSNBC if she would support a proposal by her state's governor, Eliot Spitzer, to allow illegal immigrants to obtain driver's licenses.
"I did not say that it should be done, but I certainly recognize why Governor Spitzer is trying to do it," Clinton said.
That response, and other non-answers that night, made her seem evasive and opportunistic. Media coverage, until then largely respectful, turned critical.
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Until January of this year, former President Clinton had been viewed as an asset for his wife among her aides and supporters. Although reviled by conservatives for his affair with a White House intern, Bill Clinton remained a beloved figure among Democratic audiences, particularly blacks, who remembered the 1990s as relatively prosperous and his efforts on their behalf.
That changed in South Carolina, where the former president campaigned vigorously for his wife. Her advisers, aware of his tendency to go off message, had urged him to stay positive and talk up her accomplishments, not criticize Obama.
But Bill Clinton chafed at the campaign's reluctance to take on the Illinois senator, particularly over what the former president viewed as conflicts between Obama's rhetoric of opposition to the Iraq war and his voting record. So he took it on himself to speak out, with calamitous results.
Obama soundly won South Carolina, and Bill Clinton then made things worse. He seemed to diminish Obama's triumph by noting that civil rights leader Jesse Jackson, never the presidential contender that Obama had already become, had also won the state's primary years earlier.
Once so popular among blacks he was dubbed the first black president by author Toni Morrison, Bill Clinton had helped drive those voters away from his wife. Obama's already strong black support would climb to as much as 90 percent of the black vote in subsequent contests.
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Super Tuesday primaries on Feb. 5 looked at first to be a strong showing for Clinton, though not the knockout blow her camp once anticipated.
In fact, a miscalculation about that day propelled her long and steady decline.
Although she won large state primaries — California, New York, New Jersey and Massachusetts — she all but ceded caucuses to Obama in places like Colorado, Minnesota and Kansas. By the final count a few days later, Obama had collected a few more delegates than Clinton of the nearly 1,700 at stake that day.
Clinton had developed an aversion to caucuses after her bad experience in Iowa; she even publicly called them unrepresentative and undemocratic. Combined with poor budgeting and a poor understanding of the party's system of proportional allocation of delegates, that led to catastrophic strategic planning for the Super Tuesday contests.
When Clinton was still riding high in the polls, campaign chairman Terry McAuliffe, chief strategist Mark Penn and other advisers believed she would come close to clinching the nomination by winning large — if expensive — primary states. The campaign had budgeted accordingly.
Other Clinton advisers, including Ickes, had vainly warned that proportional allocation would allow Obama to pick up plenty of delegates in the states Clinton won on Super Tuesday and dozens more in the caucus states if Clinton did not contest them.
Those warnings went largely unheeded and the big-state Super Tuesday strategy failed badly. Clinton's campaign was left nearly broke, with no real plan for how to approach the contests to come. Obama scored 11 straight wins in February alone, while Clinton was forced to lend her campaign $5 million just to stay afloat. He took the overall delegate lead Feb. 12 and never lost it.
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In March, a self-inflicted wound did more than anything else to undermine her claim of foreign policy experience — and her efforts to reassure voters of her trustworthiness. More than once she personally described coming under sniper fire as first lady during an 1996 airport landing in Bosnia.
"There was supposed to be some kind of a greeting ceremony at the airport, but instead we just ran with our heads down to get into the vehicles to get to our base," Clinton said during a foreign policy speech in Washington. In the hours and days afterward, her claim was discredited by video of the landing which surfaced on television news and YouTube. But Clinton stuck to her story for a week before finally acknowledging she misspoke. "A minor blip," she called it.
Her aides knew it to be anything but. Privately, they were horrified by the gaffe and saw almost no realistic way to defend it.
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In the end, none of the mistakes by Clinton and her campaign team was fatal in and of itself. She and her husband were experts in extricating themselves from death-defying jams.
But Obama proved to be more than just a traditional opponent. In the end, the Clintons' usual tactics — big-scale fundraising, high-powered political connections, old-fashioned grit and determination — were no match for Obama and a candidacy uniquely suited to the moment.
Campaigning in the final primaries, Clinton said, "I've really enjoyed the process of being able to go out and see this country anew."
But what she saw was a country that wanted someone new.
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quarta-feira, maio 28, 2008
Sessão de autógrafos na Feira do Livro: dia 29.05 pelas 21h
A Feira do Livro, após algumas peripécias, começou no pretérito fim de semana.
Como sempre, um espaço para se observar o que de melhor se publica em Portugal, folhear uns livros, reencontrar amigos e conhecidos, comprar alguns dos que se folheiam...
Obter uns autógrafos e dedicatórias dos autores portugueses...
Eu lá estarei amanhã, a partir das 21h, no Pavilhão da Universidade Católica Editora (Pav. 133) para receber e autografar.
segunda-feira, maio 26, 2008
Sessão de autógrafos na Feira do Livro: dia 29.05 pelas 21h
Na próxima quinta feira, dia 29 de Maio, estarei a partir das 21h, no Pavilhão da Universidade Católica Editora, para autografar o livro "Marketing Inovador" e rever amigos.
Para todos os que têm o livro (mas sem o autógrafo!) e para os que não o têm, muito gosto me dariam se me fossem visitar.
Cumprimentos
Paulo Gonçalves Marcos
sexta-feira, maio 23, 2008
Gestores Desportistas

Gestores desportistas
Correr tem pouco a ver com a participação em provas oficiais e tudo a ver com o treino, sistemático e consistente.Paulo Gonçalves Marcos
Um estudo, cujas conclusões foram recentemente publicadas na imprensa generalista, dava conta que quinze por cento da população portuguesa declarava frequentar, com algum grau de regularidade, um ginásio ou instalações desportivas equivalentes. A minha própria experiência, e algum senso comum, fez-me desconfiar da qualidade das respostas e da presença da síndrome do socialmente correcto, em que os entrevistados responderam aquilo que achavam que ficaria bem dizer e não tanto aquilo que efectivamente fazem. De qualquer forma, é inegável que fazer desporto está na moda. Mérito de muitas agremiações desportivas de cariz popular, primeiro, e da expansão de ginásios modernos, confortáveis e dotados de pessoal licenciado (que fornece acompanhamento metodológico e estímulo aos clientes/praticantes), depois. Mérito também de Carlos Moia, incansável promotor de excelentes iniciativas (meias e mini maratonas sobre as pontes do Tejo em Lisboa), autênticos acontecimentos mediáticos, com benefícios para a saúde dos portugueses e das marcas que o patrocinam. Numa época em que os consumidores se preocupam com a sustentabilidade e a consciência social das marcas, não deixa de ser curiosa a consistência e a inteligência com que algumas apostam naquelas provas, cujo impacto em muito transcende a cidade de Lisboa e o país (atente-se na quantidade de atletas amadores oriundos de Espanha e do Brasil, nomeadamente). Comecei a correr há cerca de dois anos. De forma regular, quotidianamente, dia após dia, num moderno ginásio. A primeira surpresa, a de encontrar uma série de amigos e conhecidos com quem me tinha cruzado havia mais de uma década. Quadros superiores e profissionais liberais. Irreconhecíveis, todos eles. Às notórias adiposidades abdominais de estudante universitário ou jovem quadro, tinha-se sucedido uma compleição física trabalhada. Afinal, todos eles corriam em distâncias de fundo ou meio fundo. Confesso que a ideia me desagradava sobremaneira…correr sem objectivo…esforço desmedido…algo grotesco…Comum a todos, as exigências de profissões extremamente concorrenciais, onde elevados níveis de ‘stress’ e adrenalina são constantes. Grupos profissionais onde os casos de ‘burnout’ psíquico e físico são assaz típicos. Qual praga das ‘cities’ do mundo ocidental. Mas nos meus colegas de manhãs madrugadoras, o cenário era tudo menos típico. E o ‘burnout’ é uma realidade distante, quase que uma curiosidade científica…Depois veio o desafio de me juntar, de experimentar. De sentir os benefícios aeróbicos e anaeróbicos do treino de atletismo. De participar nas mini maratonas, provas várias. Comecei com bastante cepticismo… passaram dois anos e do meio fundo estou a progredir para as provas de fundo. E aprendi quão útil pode ser uma prática sistemática, mas não de alta competição, do atletismo de meio fundo e fundo. Um conjunto de ideias que retive e que gostaria de partilhar com os leitores desta coluna. Correr tem pouco a ver com a participação em provas oficiais e tudo a ver com o treino, sistemático e consistente. Os corredores tendem a ser pessoas com sucesso profissional (quiçá seja uma distorção de percepção da minha parte). Sabem que a sua força de vontade (para arrostar com o cansaço, o frio e o calor, a preguiça,…) é aquilo que os distingue dos outros. Percebem como ninguém o valor de gerir o tempo e as prioridades (de outra forma não existirá programa de treino capaz de resistir às solicitações modernas). E têm uma noção muito premente de como o planeamento (do treino, das cargas de esforço, da táctica de cada corrida) é importante para o seu sucesso profissional, desportivo e pessoal. Por fim, os gestores desportistas aprendem, rapidamente, que meses e meses de preparação aturada, de esforço e dedicação, são necessários para um único dia bem sucedido (aquele em que acabam a prova e preferencialmente com bom tempo). Em síntese, agora que Mourinho e Morais pretendem ensinar os gestores, estes já os tinham adoptado há algum tempo…Silenciosamente, madrugada fora!
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Paulo Gonçalves Marcos, Economista
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terça-feira, maio 20, 2008
Artigo INESC sobre as Eólicas
Lançamento revista Povos e Culturas, nº 12, dedicado ao Tema do Maio de 68 em Portugal
quarta-feira, maio 14, 2008
OS monges do Tibete...

The supposed "Monks" of
Below in the photo, (taken on the 20th of March by a British communication agency) these Chinese Soldiers can be seen wearing their uniforms, preparing to change into “Monk” apparel and just before the “so called
The real monks who wanted to protest in
Therefore, it is evident, that this was all a covert operation in order to denigrate the image of Tibetan Monks and what they stand for “PEACE”
This is an irrefutable photo and has travelled through many European Countries.
Let’s just see if it can cross the
Please pass it on! (Translation SF)
terça-feira, maio 06, 2008
Rebate checks and the Economy
May 6: Economic Risk - Americans Divided Over Whether Rebate Checks Will Stimulate the Economy
Location: Rochester
Author: RiskCenter Staff
Date: Tuesday, May 6, 2008
Rebate checks began hitting bank accounts last week and will be arriving in mailboxes with the hope that they will stimulate the economy. Americans, however, are split on whether they actually will do so. Just under half (48%) of U.S. adults do not believe that spending their tax rebates will help stimulate the economy while 45 percent believe that the checks will stimulate the economy.
These are some of the results of a nationwide Harris Poll of 2,529 U.S. adults surveyed online between April 7 and 15, 2008 by Harris Interactive.
There is also a political difference in what Americans believe with regard to the rebate checks. Perhaps not surprisingly, Republicans are more likely than Democrats to think these checks will provide an economic stimulus (62% versus 36%).
Independents, however, lean a bit more towards the Democrats on this issue as half of Independents say the checks will not stimulate the economy while two in five (42%) believe they will. While a 53 percent majority of Conservatives also believe these checks will help stimulate the economy, this number is a lot lower than it is for Republicans.
Almost three-quarters of Americans (73%) believe they will be getting checks, while 14 percent say they do not anticipate receiving one and 13 percent are not sure. Those with household incomes between $35,000 $49,999 and $50,000 - $74,999 are the income groups who are most likely to believe they will receive these rebates (81% and 85% respectively).
How the Checks will be Spent
While the government hopes that the checks will be spent to spur the economy, the reality may be quite different. Almost two in five (38%) say they will use some of the rebate checks to reduce their non-mortgage debt and paying off bills or credit cards followed by 35 percent who are going to add some of the rebate to their cash savings.
In fact, 21 percent of those getting checks will be using somewhere between three-quarters and the entire rebate amount towards reducing debt. One in five of those who are getting checks say they will use some of their rebate for other things they have wanted to buy (21%) and taking a trip for leisure purposes (20%). Further down the list are spending on home improvements (17%) and going to restaurants or dining out (16%).
One in ten or less of those getting checks say they will spend part of their rebate check on: technology devices, such as a computer or TV (10%); entertainment events or devices (10%); donating to charity (8%); education for themselves or their family (6%); paying down mortgages (5%); investing in stocks or mutual funds (4%); and indulging in a spa treatment (2%).
So What?
As it stands now, much of the rebates will end up deposited in savings or being mailed to credit card issuers. But, with retailers ramping up advertising geared towards helping Americans to spend these rebate checks, some of the best intentions of saving or paying off debt may change. If it does, that might help jump start the economy. By the end of the summer, what Americans do with these checks will be clear and we’ll see where we stand then.
Sinal do tempo?

Sinal do tempo?
Despedir um CEO pode custar mais que o pacote de indemnização que lhe possa ser atribuído, se não for feito com a celeridade adequada.Paulo Gonçalves Marcos
Os últimos meses têm sido pródigos em notícias e artigos sobre directores-gerais, administradores delegados, presidentes directores gerais ou CEO despedidos. E este jornal tem dado o devido destaque a estes casos. Por vezes, em jornais menos sérios, o relevo tem sido dado aos aspectos folclóricos associados ao ‘severance pay’ ou, em linguagem panfletária, aos milhões que as empresas pagam para se verem livres do seu dirigente executivo máximo. Merril Lynch e UBS, dois dos mais célebres bancos do mundo, são apenas alguns dos mais recentes e notórios exemplos de CEO destituídos. Imprudência na gestão de riscos, má avaliação das perdas potenciais derivadas do ‘subprime’ e a incapacidade de implementarem e controlarem efectivos sistemas de ‘compliance’, estão na base dos prejuízos de magnitude histórica que ambos os bancos revelaram e que levou ao despedimento dos seus executivos de topo. Saber despedir um CEO é uma das principais atribuições de um órgão de administração/alta direcção. Contudo, como amiúde o CEO é escolhido pelo mesmo órgão de administração a quem incumbe o seu despedimento, os seus membros passam por um processo por etapas: negação do problema (foi azar; a culpa é do mercado); embaraço (por terem escolhido aquele que agora querem despedir) e, por fim, como dar as más notícias permitindo ao CEO salvar a face e à empresa e seus colaboradores minimizarem as distracções. Ou seja, despedir um CEO pode custar muito mais que o mero pacote de indemnização que lhe possa ser atribuído, se não for feito com a celeridade adequada. Sem tergiversações. E importa estabelecer as políticas e os procedimentos para evitar a repetição da ocorrência no futuro. Muitos despedimentos, desta vaga recente, teriam sido evitados se a preocupação aquando da escolha tivesse sido maior. A principal preocupação do órgão de gestão, antes de recrutar e seleccionar um novo CEO, deverá ser a de estabelecer os atributos de “interacção com outro” e “afinidade cultural” entre o candidato a CEO e a organização que se propõe gerir. Isto porque a incapacidade de ouvir os outros, mesmo aqueles com opiniões contrárias às suas, é um atributo frequentemente ignorado pelos CEO com desempenho medíocre. Tendem a rodear-se de amigos, incapazes de transmitirem as más notícias. E a fazerem gestões autistas, destruidoras de valor. Um CEO sem visão estratégica, incapaz de ouvir os outros e de pensar a organização para além do curto prazo, é capaz de condenar uma instituição à derrocada. Seja um banco ou um clube de futebol…Os casos recentes de dois clubes empresas de um pequeno país europeu são emblemáticos da demissão dos dirigentes (directores do clube e administradores da sociedade anónima desportiva) em exercerem em pleno a sua capacidade e autoridade de demitir o presidente (o CEO!). Num caso, o clube e a sua SAD, apesar de terem conseguido ser campeões há um lustro atrás, feito inédito e não mais repetido, endividou-se para além da sua capacidade de fazer face aos encargos da dívida: o resultado previsível? O desaparecimento… que os investidores milagrosos surgidos do nada só tornam mais evidente e inexorável… Noutro, mais histórico e de uma cidade mais a sul, com um palmarés mais valioso, o passivo triplicou; construiu-se um estádio demasiado grande (quase sempre com casa a metade), venderam-se os melhores jogadores, despediram-se treinadores, e depois de alguma euforia populista em torno da angariação de novos associados (o ‘kit’, essa famosa panaceia…), a realidade do futuro próximo vai ditar uma fuga para a frente, com um CEO obstinado em permanecer no lugar e em tudo querer decidir sozinho (apesar de nomear um director desportivo, sem experiência nem preparação técnica…), rumo imparável a uma “belenização”. Está na hora de os directores eleitos e os administradores assumirem as suas responsabilidades…Chega de negação da evidência…Se a UBS e a Merril Lynch conseguiram…
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Paulo Gonçalves Marcos, Economista
quarta-feira, abril 30, 2008
terça-feira, abril 29, 2008
Lucros do BES sobem 4.4% para 145.9 milhões de euros
Primeiro trimestre de 2008
Lucros do BES sobem 4,4% para 145,9 milhões de euros
Os lucros do Banco Espírito Santo (BES) aumentaram, no primeiro trimestre do ano, 4,4% para os 145,9 milhões de euros. Este valor superou os 129,4 milhões de euros previstos pelo mercado.
segunda-feira, abril 28, 2008
Coolidge Effect
The Coolidge Effect is a phenomenon whereby males exhibit high sexual performance given the introduction of new willing females.
It earned its name many years ago when President Coolidge and his wife were touring a farm. While the President was elsewhere, the farmer proudly showed Mrs. Coolidge a rooster that "could copulate with hens all day long, day after day." Mrs. Coolidge coyly suggested that the farmer tell that to Mr. Coolidge, which he did.
The President thought for a moment and then inquired, "With the same hen?"
"No, sir," replied the farmer.
"Tell that to Mrs. Coolidge," retorted the President.

