quarta-feira, maio 28, 2008

Sessão de autógrafos na Feira do Livro: dia 29.05 pelas 21h

Caras e Caros

A Feira do Livro, após algumas peripécias, começou no pretérito fim de semana.
Como sempre, um espaço para se observar o que de melhor se publica em Portugal, folhear uns livros, reencontrar amigos e conhecidos, comprar alguns dos que se folheiam...

Obter uns autógrafos e dedicatórias dos autores portugueses...

Eu lá estarei amanhã, a partir das 21h, no Pavilhão da Universidade Católica Editora (Pav. 133) para receber e autografar.

segunda-feira, maio 26, 2008

Sessão de autógrafos na Feira do Livro: dia 29.05 pelas 21h

Caros Amigos

Na próxima quinta feira, dia 29 de Maio, estarei a partir das 21h, no Pavilhão da Universidade Católica Editora, para autografar o livro "Marketing Inovador" e rever amigos.

Para todos os que têm o livro (mas sem o autógrafo!) e para os que não o têm, muito gosto me dariam se me fossem visitar.

Cumprimentos
Paulo Gonçalves Marcos

sexta-feira, maio 23, 2008

Gestores Desportistas


Gestores desportistas

Correr tem pouco a ver com a participação em provas oficiais e tudo a ver com o treino, sistemático e consistente.

Paulo Gonçalves Marcos

Um estudo, cujas conclusões foram recentemente publicadas na imprensa generalista, dava conta que quinze por cento da população portuguesa declarava frequentar, com algum grau de regularidade, um ginásio ou instalações desportivas equivalentes. A minha própria experiência, e algum senso comum, fez-me desconfiar da qualidade das respostas e da presença da síndrome do socialmente correcto, em que os entrevistados responderam aquilo que achavam que ficaria bem dizer e não tanto aquilo que efectivamente fazem. De qualquer forma, é inegável que fazer desporto está na moda. Mérito de muitas agremiações desportivas de cariz popular, primeiro, e da expansão de ginásios modernos, confortáveis e dotados de pessoal licenciado (que fornece acompanhamento metodológico e estímulo aos clientes/praticantes), depois. Mérito também de Carlos Moia, incansável promotor de excelentes iniciativas (meias e mini maratonas sobre as pontes do Tejo em Lisboa), autênticos acontecimentos mediáticos, com benefícios para a saúde dos portugueses e das marcas que o patrocinam. Numa época em que os consumidores se preocupam com a sustentabilidade e a consciência social das marcas, não deixa de ser curiosa a consistência e a inteligência com que algumas apostam naquelas provas, cujo impacto em muito transcende a cidade de Lisboa e o país (atente-se na quantidade de atletas amadores oriundos de Espanha e do Brasil, nomeadamente). Comecei a correr há cerca de dois anos. De forma regular, quotidianamente, dia após dia, num moderno ginásio. A primeira surpresa, a de encontrar uma série de amigos e conhecidos com quem me tinha cruzado havia mais de uma década. Quadros superiores e profissionais liberais. Irreconhecíveis, todos eles. Às notórias adiposidades abdominais de estudante universitário ou jovem quadro, tinha-se sucedido uma compleição física trabalhada. Afinal, todos eles corriam em distâncias de fundo ou meio fundo. Confesso que a ideia me desagradava sobremaneira…correr sem objectivo…esforço desmedido…algo grotesco…Comum a todos, as exigências de profissões extremamente concorrenciais, onde elevados níveis de ‘stress’ e adrenalina são constantes. Grupos profissionais onde os casos de ‘burnout’ psíquico e físico são assaz típicos. Qual praga das ‘cities’ do mundo ocidental. Mas nos meus colegas de manhãs madrugadoras, o cenário era tudo menos típico. E o ‘burnout’ é uma realidade distante, quase que uma curiosidade científica…Depois veio o desafio de me juntar, de experimentar. De sentir os benefícios aeróbicos e anaeróbicos do treino de atletismo. De participar nas mini maratonas, provas várias. Comecei com bastante cepticismo… passaram dois anos e do meio fundo estou a progredir para as provas de fundo. E aprendi quão útil pode ser uma prática sistemática, mas não de alta competição, do atletismo de meio fundo e fundo. Um conjunto de ideias que retive e que gostaria de partilhar com os leitores desta coluna. Correr tem pouco a ver com a participação em provas oficiais e tudo a ver com o treino, sistemático e consistente. Os corredores tendem a ser pessoas com sucesso profissional (quiçá seja uma distorção de percepção da minha parte). Sabem que a sua força de vontade (para arrostar com o cansaço, o frio e o calor, a preguiça,…) é aquilo que os distingue dos outros. Percebem como ninguém o valor de gerir o tempo e as prioridades (de outra forma não existirá programa de treino capaz de resistir às solicitações modernas). E têm uma noção muito premente de como o planeamento (do treino, das cargas de esforço, da táctica de cada corrida) é importante para o seu sucesso profissional, desportivo e pessoal. Por fim, os gestores desportistas aprendem, rapidamente, que meses e meses de preparação aturada, de esforço e dedicação, são necessários para um único dia bem sucedido (aquele em que acabam a prova e preferencialmente com bom tempo). Em síntese, agora que Mourinho e Morais pretendem ensinar os gestores, estes já os tinham adoptado há algum tempo…Silenciosamente, madrugada fora!

www.antonuco.blogspot.com
paulo.marcos@marketinginovador.com
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Paulo Gonçalves Marcos, Economista

Comentários
João Gonçalves
As empresas deveriam atentar neste artigo. As despesas de representação seriam mais saudavelmente substituídas por programas de ginásio. Previnem o stress, melhoram o ambiente de trabalho...e poupam nos encargos com a saúde.
Paulo Curto de Sousa (curtodesousa@gmail.com)
Correr (desportivamente falando) tem muito a haver com persistência. Para se ser persistente temos de ter uma atitude adequada, positiva. E o sucesso apenas se alcança com muita persistência e esforço continuado. Nada tem a haver com competir com adversários. O único adversário é a marca que eu quero ultrapassar. E quem é bem sucedido sabe a importância desta atitude para atingir cada vez melhores resultados. Boas corridas... e melhores recuperações.
vg
"Mens sana in corpore sano",já era o lema dos "gestores" romanos.Entre grandes pândegas,claro..
J Ralha (jralha59@gmail.com)
Sou economista e corredor de pelotão. Para mim, existem objectivos quantificados como fazer melhor tempo em cada prova do que fiz no ano anterior e outros como sentir-me bem fisicamente, ser capaz de me esforçar, de testar a minha capacidade de sofrimento, embora por vezes a vontade não seja muita. Além disso, em cada treino e em cada corrida há um bem-estar físico subsequente à actividade que é como uma espécie de vício ao qual nos habituamos e já não conseguimos dispensar.
NapoLeão
"Profissões extremamente concorrenciais"??? O camarada comendador escreve como político em fase de arranque de campanha. Mas acredita mesmo em profissões ...concorrenciais ? E quem é que pode pagar pipas de massa nos ginásios ? Só algumas lolitas "famosas" para um leasing amoroso nas próximas férias by leasing !

terça-feira, maio 20, 2008

Artigo INESC sobre as Eólicas

Não estava à espera de um artigo tão incisivo como este, contra as eólicas, no site do INESC Porto, mas vale a pena ler :
Também não gosto muito de expressões como «manter a "pressão" (isto é a voltagem)», demasiado popularucha e recorrendo a um termo abrasileirado, ou estoutra «foi estimada uma mortalidade de 55,77 a 94,56 aves/ano», talvez demasiado explícita no sentido de mostrar que as pobres aves caem aos bocados...
Mas o que gostaria de realçar é o início do último parágrafo :
"A luta contra a construção das turbinas eólicas industriais tem tido cada vez mais sucesso em diversas partes do mundo, desde os Estados Unidos à Austrália".

Lançamento revista Povos e Culturas, nº 12, dedicado ao Tema do Maio de 68 em Portugal

Apresentado pelo Professor Doutor J. Espada, na sala de Expansão Missionária, piso 2 da Biblioteca João Paulo II no campus da Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, próxima segunda feira.

quarta-feira, maio 14, 2008

OS monges do Tibete...


The supposed "Monks" of Tibet were in FACT Chinese Soldiers disguised as “MONKS”.

Below in the photo, (taken on the 20th of March by a British communication agency) these Chinese Soldiers can be seen wearing their uniforms, preparing to change into “Monk” apparel and just before the “so called Lhasa violent protests”. ...

The real monks who wanted to protest in Lhasa however, in a PEACEFUL manner, were being held in a local prison and obviously unable to protest.

Therefore, it is evident, that this was all a covert operation in order to denigrate the image of Tibetan Monks and what they stand for “PEACE”

This is an irrefutable photo and has travelled through many European Countries.

Let’s just see if it can cross the Atlantic hopefully being able to attain worldwide notoriety.

Please pass it on! (Translation SF)




terça-feira, maio 06, 2008

Rebate checks and the Economy

May 6: Economic Risk - Americans Divided Over Whether Rebate Checks Will Stimulate the Economy


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Location: Rochester
Author: RiskCenter Staff
Date: Tuesday, May 6, 2008

Rebate checks began hitting bank accounts last week and will be arriving in mailboxes with the hope that they will stimulate the economy. Americans, however, are split on whether they actually will do so. Just under half (48%) of U.S. adults do not believe that spending their tax rebates will help stimulate the economy while 45 percent believe that the checks will stimulate the economy.

These are some of the results of a nationwide Harris Poll of 2,529 U.S. adults surveyed online between April 7 and 15, 2008 by Harris Interactive.

There is also a political difference in what Americans believe with regard to the rebate checks. Perhaps not surprisingly, Republicans are more likely than Democrats to think these checks will provide an economic stimulus (62% versus 36%).

Independents, however, lean a bit more towards the Democrats on this issue as half of Independents say the checks will not stimulate the economy while two in five (42%) believe they will. While a 53 percent majority of Conservatives also believe these checks will help stimulate the economy, this number is a lot lower than it is for Republicans.

Almost three-quarters of Americans (73%) believe they will be getting checks, while 14 percent say they do not anticipate receiving one and 13 percent are not sure. Those with household incomes between $35,000 $49,999 and $50,000 - $74,999 are the income groups who are most likely to believe they will receive these rebates (81% and 85% respectively).

How the Checks will be Spent

While the government hopes that the checks will be spent to spur the economy, the reality may be quite different. Almost two in five (38%) say they will use some of the rebate checks to reduce their non-mortgage debt and paying off bills or credit cards followed by 35 percent who are going to add some of the rebate to their cash savings.

In fact, 21 percent of those getting checks will be using somewhere between three-quarters and the entire rebate amount towards reducing debt. One in five of those who are getting checks say they will use some of their rebate for other things they have wanted to buy (21%) and taking a trip for leisure purposes (20%). Further down the list are spending on home improvements (17%) and going to restaurants or dining out (16%).

One in ten or less of those getting checks say they will spend part of their rebate check on: technology devices, such as a computer or TV (10%); entertainment events or devices (10%); donating to charity (8%); education for themselves or their family (6%); paying down mortgages (5%); investing in stocks or mutual funds (4%); and indulging in a spa treatment (2%).

So What?

As it stands now, much of the rebates will end up deposited in savings or being mailed to credit card issuers. But, with retailers ramping up advertising geared towards helping Americans to spend these rebate checks, some of the best intentions of saving or paying off debt may change. If it does, that might help jump start the economy. By the end of the summer, what Americans do with these checks will be clear and we’ll see where we stand then.

Sinal do tempo?





Sinal do tempo?

Despedir um CEO pode custar mais que o pacote de indemnização que lhe possa ser atribuído, se não for feito com a celeridade adequada.

Paulo Gonçalves Marcos

Os últimos meses têm sido pródigos em notícias e artigos sobre directores-gerais, administradores delegados, presidentes directores gerais ou CEO despedidos. E este jornal tem dado o devido destaque a estes casos. Por vezes, em jornais menos sérios, o relevo tem sido dado aos aspectos folclóricos associados ao ‘severance pay’ ou, em linguagem panfletária, aos milhões que as empresas pagam para se verem livres do seu dirigente executivo máximo. Merril Lynch e UBS, dois dos mais célebres bancos do mundo, são apenas alguns dos mais recentes e notórios exemplos de CEO destituídos. Imprudência na gestão de riscos, má avaliação das perdas potenciais derivadas do ‘subprime’ e a incapacidade de implementarem e controlarem efectivos sistemas de ‘compliance’, estão na base dos prejuízos de magnitude histórica que ambos os bancos revelaram e que levou ao despedimento dos seus executivos de topo. Saber despedir um CEO é uma das principais atribuições de um órgão de administração/alta direcção. Contudo, como amiúde o CEO é escolhido pelo mesmo órgão de administração a quem incumbe o seu despedimento, os seus membros passam por um processo por etapas: negação do problema (foi azar; a culpa é do mercado); embaraço (por terem escolhido aquele que agora querem despedir) e, por fim, como dar as más notícias permitindo ao CEO salvar a face e à empresa e seus colaboradores minimizarem as distracções. Ou seja, despedir um CEO pode custar muito mais que o mero pacote de indemnização que lhe possa ser atribuído, se não for feito com a celeridade adequada. Sem tergiversações. E importa estabelecer as políticas e os procedimentos para evitar a repetição da ocorrência no futuro. Muitos despedimentos, desta vaga recente, teriam sido evitados se a preocupação aquando da escolha tivesse sido maior. A principal preocupação do órgão de gestão, antes de recrutar e seleccionar um novo CEO, deverá ser a de estabelecer os atributos de “interacção com outro” e “afinidade cultural” entre o candidato a CEO e a organização que se propõe gerir. Isto porque a incapacidade de ouvir os outros, mesmo aqueles com opiniões contrárias às suas, é um atributo frequentemente ignorado pelos CEO com desempenho medíocre. Tendem a rodear-se de amigos, incapazes de transmitirem as más notícias. E a fazerem gestões autistas, destruidoras de valor. Um CEO sem visão estratégica, incapaz de ouvir os outros e de pensar a organização para além do curto prazo, é capaz de condenar uma instituição à derrocada. Seja um banco ou um clube de futebol…Os casos recentes de dois clubes empresas de um pequeno país europeu são emblemáticos da demissão dos dirigentes (directores do clube e administradores da sociedade anónima desportiva) em exercerem em pleno a sua capacidade e autoridade de demitir o presidente (o CEO!). Num caso, o clube e a sua SAD, apesar de terem conseguido ser campeões há um lustro atrás, feito inédito e não mais repetido, endividou-se para além da sua capacidade de fazer face aos encargos da dívida: o resultado previsível? O desaparecimento… que os investidores milagrosos surgidos do nada só tornam mais evidente e inexorável… Noutro, mais histórico e de uma cidade mais a sul, com um palmarés mais valioso, o passivo triplicou; construiu-se um estádio demasiado grande (quase sempre com casa a metade), venderam-se os melhores jogadores, despediram-se treinadores, e depois de alguma euforia populista em torno da angariação de novos associados (o ‘kit’, essa famosa panaceia…), a realidade do futuro próximo vai ditar uma fuga para a frente, com um CEO obstinado em permanecer no lugar e em tudo querer decidir sozinho (apesar de nomear um director desportivo, sem experiência nem preparação técnica…), rumo imparável a uma “belenização”. Está na hora de os directores eleitos e os administradores assumirem as suas responsabilidades…Chega de negação da evidência…Se a UBS e a Merril Lynch conseguiram…

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Paulo Gonçalves Marcos, Economista

terça-feira, abril 29, 2008

Lucros do BES sobem 4.4% para 145.9 milhões de euros

Primeiro trimestre de 2008

Lucros do BES sobem 4,4% para 145,9 milhões de euros

Os lucros do Banco Espírito Santo (BES) aumentaram, no primeiro trimestre do ano, 4,4% para os 145,9 milhões de euros. Este valor superou os 129,4 milhões de euros previstos pelo mercado.

segunda-feira, abril 28, 2008

Coolidge Effect

The Coolidge Effect is a phenomenon whereby males exhibit high sexual performance given the introduction of new willing females.

It earned its name many years ago when President Coolidge and his wife were touring a farm. While the President was elsewhere, the farmer proudly showed Mrs. Coolidge a rooster that "could copulate with hens all day long, day after day." Mrs. Coolidge coyly suggested that the farmer tell that to Mr. Coolidge, which he did.

The President thought for a moment and then inquired, "With the same hen?"

"No, sir," replied the farmer.

"Tell that to Mrs. Coolidge," retorted the President.

BlogRovR

Adicionamos o BlogRovR ao nosso Firefox.
Excelente!

http://www.blogrovr.com/

segunda-feira, abril 21, 2008

Falling houses prices

Location: London
Author: Shahin Shojai
Date: Monday, April 21, 2008

Early in 2008, when the U.K. house prices had just started to experience some downward pressure a number of economists suggested that no one should be too worried about the situation since a fall in house prices should have little or no effect on the real economy. They claimed that, ceteris paribus, the losses experienced by the house owners will be offset by the gains made by those who wish to buy the now cheaper homes, many of whom are first time buyers wishing to get onto the property ladder.

But, of course, as I mentioned back then, “life rarely has a situation where ceteris paribus holds. In an environment where house prices have been used by many citizens to finance their life styles, a fall in that price would mean that they will spend less. For an economy that is highly reliant on consumer spending that could, without ceteris paribus, have significant implications and could cause those same people waiting to get on the property ladder to lose their jobs and not be able to afford the homes at all anymore.”

Well, a few months have now passed and it seems that despite some modest falls in prices, which now seem to have been much more severe than many had initially thought or were willing to acknowledge to the markets in fear of investors talking themselves into a recession, the situation is much worse for first time buyers than at anytime during the boom period.

This is exactly what anyone who looks at the macroeconomy would expect. In a situation where falling house prices could cause a fall in consumer spending, as was demonstrated in the U.S. and will certainly happen in the U.K., the risks to the overall economy can be severe and banking institutions will typically become less willing to lend. This is especially the case when in January of 2008 many had become aware of the fact that one of the major causes of the recent housing crisis in the U.S., and to a lesser degree in the U.K., was the significantly relaxed attitude that lenders had towards issuing mortgages to those who would under a normal due diligence process have significant difficulties in getting mortgages, and certainly at those rates and for those amounts.

Lenders were so sure that prices have only one way to go that in many cases they did not bother checking whether the person was actually making the kind of money they were claiming on their mortgage applications. They also lent such a huge proportion of the value of the property, sometimes in fact more than what the property was actually valued at the time of transaction, that any small correction in the market would have pushed the owners into the negative equity state.

Given that we had access to this information in January 2008, it is astonishing for some economists to have suggested that all that will happen is that the first time buyers will gain hugely from the situation and that their gains offsets the losses made by homeowners, so, ceteris paribus, there would be no impact on the economy.

Of course, first time buyers are benefiting from falling house prices but the problem is that they now need to be able to borrow to buy them, something that is becoming much harder. Despite a recent highly scientific study by the Daily Telegraph, borrowing for house purchases has become significantly more difficult. What the highly scientific study by Daily Telegraph forgot is that the issue is not that people might be able to borrow at not much worse an interest rate than a few months ago, but that they will no longer be able to borrow at the multiples that they used to.

They are now required to meet much more stringent requirements and they will get mortgages that when in a genuine relation to salaries will make it hard for someone who is earning 4 times the national average to buy anything larger than a studio flat in central London.

If it is proven that banks have been less than forthcoming about the actual rates they have been paying each other for borrowing in the inter-bank market, and as a consequence the LIBOR rate is in fact higher than the published rate, then the situation can only get worse. Banks might be forced to increase the rates they charge lenders, putting further pressure on an already fragile market.

During a recent discussion with a top economist, and a Nobel laureate, an interesting issue was raised, which was: didn’t most economists believe that house prices in the U.S. and the U.K. are too high by economic benchmarks and demanded that the monetary authorities used the tools at their disposal to help correct them? If so, why are so many of them now asking for the governments to cut rates by so much as to recreate the unsustainable bubble that they were complaining about last year? Well, it could be that they realized that economists who demand a correction are not necessarily immune from market slowdowns. That they will also be impacted by a falling property market.

Those who have seen the value of their homes fall are now working overtime to persuade monetary authorities that it is in the interest of the economy that rates should be cut in order to prevent a severe housing market correction, something that was just 12 months ago deemed necessary. Furthermore, if falling house prices are expected to not have any impact on the overall economy then why is everyone trying so hard to have rates cut in order to prevent a housing market collapse?

It seems that while on paper economists were demanding action from the monetary authorities to correct market prices on the belief that they were inflated and believed that the correction will have no impact on the broader economy, in reality they have realized that the world does not work under ceteris paribus rules. They have come to realize that a fall in house prices does not mean that everyone else keep their jobs, that borrowing rates would be as low as they were prior to the crash, or that people could continue to borrow on unrealistic terms. But, of course, we will go through this same cycle with economists every time we are in a similar situation.

This briefing is provided as general information, and does not constitute definitive advice or recommendations. Any views expressed in the above articles are those of the author concerned and do not necessarily reflect the views of Capco or any other party. Capco has not independently verified any facts relied upon in any of the comments made in any of the articles referred to. Please send any comments or queries to Shahin Shojai (shahin.shojai@capco.com). Shahin Shojai is the Editor of The Capco Institute journal (www.capco.com).

Draft in Blogger

O blogger, site basilar do blogspot, está a evoluir. Podem consultar o www.draft.blogger.com para uma visualização das novas funcionalidades.

SCP e SLB

O desalento dos adeptos...mais uma derrota dupla...O SCP conseguiu ser goleado pelo último classificado...o Benfica incapaz de reagir ao golo madrugador do FCP...

sexta-feira, abril 04, 2008

Entrevista no Blogue Livros à Volta do Mundo: 15.04.2007 - Autores Marketing Inovador

Entrevista que a incansável e inteligente Mafalda Avelar fez aos autores do livro Marketing Inovador e cujos excerptos foram publicados no Expresso.

Segunda-feira, 16 de Abril de 2007
Entrevista aos autores - Bruno Valverde Cota e Paulo Gonçalves Marcos

Marketing Inovador – Temas Emergentes” (Universidade Católica Editora, 165 páginas, 19, 50 €) é uma obra onde “tentamos apresentar ideias e conceitos que não sejam apenas uma moda. Isto é que já tenham passado o teste do tempo”, diz Paulo Gonçalves Marcos, um dos autores deste livro, referindo-se às ideias com as quais já apreendemos e que já podem ser aplicadas em economias como a portuguesa. Segundo este autor, licenciado em economia (UCP), mestre em Gestão (UNL) e Doutorando em Ciência Politica (UCP), nesta obra entende-se por “Marketing Inovador” “as formas inovadoras de fazer marketing e não o marketing das invenções.”

Para o outro autor, Bruno Valverde Cota, também professor e Doutorado em Gestão de Empresas (Universidade de Évora), “Eu julgo que havia aqui (aquando do lançamento desta obra) uma oportunidade clara: nós temos vários manuais de marketing – e, temos alguns livros de casos práticos nesta área - e no fundo o nosso desafio foi conseguir integrar aspectos académicos e teóricos do ponto de vista da doutrina do marketing e da gestão com uma componente mais pragmática”

O livro, dividido em duas partes apresenta na primeira conceitos teóricos; na segunda ilustra e retira ilações sobre os mesmos. Entre os casos apresentados, destaque para o marketing das ONG´s, para os casos da Harley Davidson, do filme a “Paixão de Cristo” ou até mesmo do Sporting. “O Sporting, apesar de sermos ambos do Benfica …”, diz brincando Cota, “pareceu-nos um caso interessante pela capacidade que eles tiveram de revitalização da sua gestão e inovação ao nível do marketing” algo que permitiu “trazerem os adeptos novamente para o clube, conseguirem criar várias ofertas e fazerem com que a viabilidade económica do próprio projecto seja hoje grande”. Marcos adianta ainda que o Marketing enquanto instrumento permite compreender melhor as necessidades e “consequentemente permite que empresas e instituições façam a adequação de produtos e serviços a menor custo; ou seja, um contributo para o aumento da produtividade das Economias e das Nações.”. Concluindo: para estes autores “Marketing Inovador” é aquele que permite “ter resultados excelentes com baixos orçamentos mas muito planeamento e inteligência táctica.”

quinta-feira, abril 03, 2008

É a Política, meus caros!


É a política, meus caros!

O êxito de Sócrates, deriva do estabelecimento de uma relação forte com os eleitores e da utilização criteriosa, dos atributos das marcas de sucesso.

Paulo Gonçalves Marcos

É chegada a Primavera e para além das aves migrantes abriu igualmente a temporada dos anúncios mediáticos, de forte cariz político e eivados de “eleitoralismo” (no sentido corrente e pejorativo do termo). Projectos de investimento de interesse estratégico (pena que tantos pareçam ser meros projectos imobiliários, disfarçados de projecto turístico) a rodos. Onde não faltam as novas auto-estradas, traçados de comboios de alta velocidade e afins, num cartaz que começa agora a ser desvendado. Numa curiosa analogia com os festivais musicais de Verão que, para manter o interesse, desde a Primavera, vão revelando a “conta-gotas” os artistas do seu cartel… E, qual cereja em cima do bolo, o anúncio da redução do IVA. Esta baixa é simbólica do ponto de vista económico e político, mas quase irrelevante… Porque significa que a situação de urgência nas contas públicas já não o é tanto, conquanto ainda não esteja resolvida em definitivo. Mas que é feito singular ter sido alcançado em democracia, pois só fora atingido em tempos de regimes autoritários…

É também um sinal para os agentes económicos, como que a significar que os piores momentos já são idos… Para muitos o anúncio da redução do IVA não é mais que uma mera peça da propaganda política, arte em que o nosso governo seria exímio. Para nós, contudo, é uma peça basilar dos valores da marca do primeiro-ministro. Bastante mais profunda e importante que a mera propaganda. Passemos a explicar. O estado de graça do primeiro-ministro não pode ser atribuído à campanha permanente, verdadeiro símbolo de um modo de fazer política de que Clinton e Blair terão sido os expoentes mais acutilantes. Segundo alguns, Sócrates (e Pereira da Silva) seriam discípulos atentos dos mestres da “Terceira Via”, reproduzindo tácticas, ensaiadas uns anos antes, do mundo anglo-saxónico. Seria este estado de campanha permanente, com uma ocupação esmagadora do espaço mediático (que o relatório da ERC sobre o espaço dedicado ao PSD ‘versus’ aquele que é conferido ao Governo e ao partido que o apoia, seria apenas a confirmação do facto), que explicaria as elevadas taxas de aprovação do primeiro- ministro e do governo, por um lado, e as elevadas taxas de impopularidade do partido principal da oposição, por outro. As medidas anunciadas seriam, apenas, mais um conjunto desta estratégia. Nada de mais errado. É colocar uma capacidade nos ‘mass media’ que eles não têm (veja-se, a este propósito, “May the weak force be with you: the power of mass media in modern politics”, do professor Kenneth Newton, da Universidade de Southampton).

O sucesso de Blair, Clinton, Zapatero ou mesmo Sócrates, deriva do estabelecimento de uma relação forte com os eleitores e da utilização, inteligente e criteriosa, dos atributos das marcas de sucesso. Simplicidade, credibilidade, valores éticos, unicidade de mensagem e aspiração elevada. Pombal, Fontes Pereira de Melo, Saldanha, Afonso Costa, Salazar, Sá Carneiro ou Cavaco, antes. Sócrates, agora. Todos emanados de uma ambição política que norteia a sua actividade, mobiliza os fiéis e marca o quadro de referência da acção política (e obriga a oposição a jogar no “terreno” do líder do Governo). E conquanto os eleitores possam ter duvidado da capacidade de alguns dos políticos referenciados em corporizarem valores e cumprirem promessas, todos eles (desde os portugueses de antanho aos socialistas de “terceira vaga”) desenvolveram e comunicaram, incessantemente, mensagens simples e apelando às aspirações dos eleitores (a afirmação do Estado, de Pombal; o desenvolvimento de Fontes ou Cavaco; o combate ao défice e a salvação de um modelo de Estado, de Costa ou Sócrates, …). Portanto, a Primavera não trouxe meros anúncios desprovidos de verdadeiro significado económico (como os PIN sempre anunciados mas nunca concretizados ou a redução do IVA em um ponto percentual), mas veio demonstrar que é também uma excelente estação do ano (tal como o Verão, o Outono e o Inverno…) para que a marca Sócrates se continue a projectar no imaginário dos portugueses… Pobres dos líderes da oposição, aprisionados por tamanho jogo estratégico…também chamado de marketing político!

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Paulo Gonçalves Marcos, Economista

quarta-feira, abril 02, 2008

Marketing Inovador: o livro


Continua a sair em bom ritmo nas mais prestigiadas livrarias do país.
Obrigado aos leitores, amigos, actuais e ex alunos.
Paulo Marcos

segunda-feira, março 31, 2008

Voltar aos Açores: artigo Dr. Vitor Neto

Voltar aos Açores

Há dez anos os índices de desenvolvimento turístico dos Açores eram modestos em comparação com outras regiões do país.

Vítor Neto

Açores. Diferentes de tudo. Uma paisagem única, que nos surpreende a cada passo, um mar misterioso e profundo, mas que atrai, gente tranquila e amável. Fica-se sempre com vontade de voltar.

Para quem, como o viajante, tem acompanhado o desenvolvimento dos Açores, não foi surpresa o que encontrou nesta visita para participar nas Jornadas Técnicas de Turismo organizadas pela CCIPD (Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada). Há dez anos os índices de desenvolvimento turístico eram modestos em comparação com outras regiões do país. Os dados mais recentes confirmam os progressos realizados. Não se trata de fruto do acaso, sobretudo tendo em conta os condicionalismos de uma região insular. Há razões que importa sublinhar.

É indesmentível que, entre 1996 e 2006, mais do que duplicou a oferta hoteleira e o número de camas (hoje 8500), que as dormidas dos turistas triplicaram, atingindo os 1,2 milhões e as receitas na hotelaria triplicaram, chegando aos 55 milhões de euros. A quota das dormidas na região em relação ao todo nacional passou de 1,5% para 3,1%. A estadia média aumentou 35%, atingindo os 3,5 dias. Melhoraram as taxas de ocupação.

São claras as alterações estruturais no turismo dos Açores: os turistas portugueses aumentaram e continuam em primeiro lugar, mas o seu peso relativo em relação aos estrangeiros diminuiu, passando de 73% para 45%. Alargou-se o leque dos mercados estrangeiros, com Dinamarca e Suécia em posição destacada, seguidas de Alemanha, Finlândia, Noruega, Reino Unido, E.U.A., Holanda e Espanha. Fizeram-se progressos no transporte aéreo (Sata, Tap, charter´s) e há negociações com companhias ‘low cost’. O número de trabalhadores na hotelaria e restauração (8000) já representa 20% da população activa.

Estes dados reflectem o aumento do peso do turismo na economia dos Açores, que se deve, em primeiro lugar, a uma clara assunção política por parte dos responsáveis regionais da sua importância estratégica para o desenvolvimento da região. Em segundo lugar, à consciência dos condicionalismos que dificultam a actividade turística: a localização geográfica periférica em relação aos mercados emissores; a limitação e dispersão territorial (2300 km2 em nove ilhas); a escassez e características dos seus recursos turísticos; o fraco desenvolvimento económico e empresarial; as limitações do transporte aéreo; o pouco interesse dos grandes operadores. Em terceiro lugar, à convicção de que os Açores também possuem alguns trunfos fortes no turismo: a sua Natureza, única, que determina a beleza e o exotismo da paisagem. Uma Natureza com recursos extraordinários, susceptíveis de dar vida a uma oferta turística original, que vai da fauna marítima ao vulcanismo, da praia ao golfe e aos passeios pedestres, da cultura e património à gastronomia, com capacidade para atrair visitantes.

O que é facto é que os Açores conseguiram traduzir tudo isto numa visão estratégica adequada, numa perspectiva de desenvolvimento sustentável, a única que pode permitir preservar e potenciar os recursos extremamente frágeis em produtos e em oferta turística capaz de sensibilizar públicos especiais dos grandes mercados emissores da Europa e EUA., servidos por um alojamento que se moderniza e propostas de lazer complementares como o golfe, a animação, os eventos.

É interessante verificar que os responsáveis regionais procuram traduzir e suportar a sua estratégia de turismo sustentável com instrumentos políticos eficazes. É o caso da recente aprovação de um Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRAA), que consagra objectivos de crescimento moderado, numa perspectiva de sustentabilidade, define o modelo territorial no sistema urbano e rural e define as áreas e espaços específicos de desenvolvimento e vocação turística. Por outro lado, em colaboração entre o Governo Regional, a universidade e a Associação de Turismo dos Açores, foi criado um Observatório do Turismo, para acompanhar, estudar e monitorizar o desenvolvimento da actividade.

Os Açores procuram alternativas às soluções fáceis. É uma estrada difícil, mas necessária. Um caso a acompanhar.
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Vítor Neto, Empresário, presidente do Nera e vice-presidente da AIP

Market Risk – FSA Moves to Enhance Supervision in Wake of Northern Rock

Location: New York
Author: RiskCenter Staff
Date: Thursday, March 27, 2008

The Financial Services Authority (FSA) yesterday published a summary of a review carried out by its internal audit division into its supervision of Northern Rock. The review identifies a number of areas for improvement in the execution of supervision, which will be advanced urgently by the FSA's management, via a dedicated supervisory enhancement programme. This programme also includes a number of improvements already in train.

The Board of the FSA, having considered the internal audit report and the programme of work set out by the management in response, confirmed its support for the FSA's fundamental philosophy of outcomes-focused, more principles-based regulation. It reiterated that the boards and managements of regulated firms carry the primary responsibility for ensuring their institutions' financial soundness. The Board also noted that, even if supervision had been carried out at a level acceptable to the FSA, it was by no means the case that that would have changed the outcome.

The Internal Audit review identifies the following four key failings specifically in the case of Northern Rock:

1. A lack of sufficient supervisory engagement with the firm, in particular the failure of the supervisory team to follow up rigorously with the management of the firm on the business model vulnerability arising from changing market conditions.

2. A lack of adequate oversight and review by FSA line management of the quality, intensity and rigour of the firm's supervision.

3. Inadequate specific resource directly supervising the firm.

4. A lack of intensity by the FSA in ensuring that all available risk information was properly utilised to inform its supervisory actions.

The review concluded that, overall, the supervision of Northern Rock was at the extreme end of the spectrum within the firms reviewed in respect of these failings and that its supervision did not reflect the general practice of supervision of high-impact firms at the FSA.

The main features of the FSA's supervisory enhancement programme are:

  • A new group of supervisory specialists will regularly review the supervision of all high-impact firms to ensure procedures are being rigorously adhered to.
  • The numbers of supervisory staff engaged with high-impact firms will be increased, with a mandated minimum level of staffing for each firm.
  • The existing specialist prudential risk department of the FSA will be expanded following its upgrading to divisional status, as will the resource of the relevant sector teams.
  • The current supervisory training and competency framework for FSA staff will be upgraded.
  • The degree of FSA senior management involvement in direct supervision and contact with high-impact firms will be increased.
  • There will be more focus on liquidity, particularly in the supervision of high-impact retail firms.
  • There will be raised emphasis on assessing the competence of firms' senior management.

Hector Sants, Chief Executive of the FSA, said:

"This programme is the response of the management of the FSA to the weaknesses identified in the particular case of the supervision of Northern Rock. It is clear from the thorough review carried out by the Internal Audit team that our supervision of Northern Rock in the period leading up to the market instability of late last summer was not carried out to a standard that is acceptable, although whether that would have affected the outcome in this case is impossible to judge. However, I am determined through the programme of work that I am announcing today, that proper standards will apply to all significant firms supervised by the FSA.

"This represents our specific supervisory contribution to the package of measures introduced by the Tripartite Authorities to prevent a similar situation to Northern Rock undermining financial stability. That does not mean a "no failure" regime. However, together with the proposed reform of the insolvency regime for banks - and an improved deposit protection scheme - it creates a platform to strengthen financial stability and better protect the interests of consumers.

"Demonstrating our willingness to examine ourselves critically and learn lessons is central to giving the financial services industry and consumers confidence in the FSA, although, like any organisation, we cannot and do not claim infallibility, and we cannot, and should not, attempt to remove all risk from the system."

The internal audit review, commissioned late last year by Hector Sants, makes seven high level recommendations for firms' supervision in the future.

A summary of the review, the recommendations made by Internal Audit and the response of the executive of the FSA can be found on the FSA website.

Rosemary Hilary, Director of Internal Audit of the FSA, said:

"The review supports the general risk-based approach and high-level framework for its application which is currently in place at the FSA. The issue is principally the manner in which it has been applied.

"Our recommendations are designed to ensure that the framework is properly applied, with good record-keeping, good information flows, the appropriate levels of challenge and the right amount of engagement and supervision of front-line staff by management. Whilst the recommendations are designed to apply to the supervision of all high impact firms, many are more generally applicable."

The principal high level recommendations in the report are:

  • FSA senior management to have increased engagement with high impact firms;
  • FSA to increase the rigour of its day to day supervision;
  • FSA to increase its focus on prudential supervision, including liquidity and stress testing;
  • FSA to improve its use of information and intelligence in its supervision;
  • FSA to improve the quality and resourcing of its financial and sectoral analysis;
  • FSA to strengthen supervisory resources;
  • FSA senior management to increase the level of oversight of firms' supervision.

A full version of the report, with redactions to protect commercial and individual confidentiality, will be made available not later than the end of April.