Lutamos por uma banca saudável e solidária. Lideramos o melhor sistema de saúde em Portugal. Gostamos de coisas boas e com estilo. De produtos e serviços únicos. De pessoas com convicções e de uma boa conversa. De vinhos bons, que não têm que ser caros. Gostamos do ar livre, do mar e do sol. Do design e boa arquitectura. Achamos que a Economia, Política e a Fé (seja lá o que isso for) fazem o mundo girar. Adoramos o Benfica. Amamos os nossos filhos.
sexta-feira, outubro 12, 2007
Mini Maratona na Ponte Vasco da Gama: 16.08.2007 - parte 4
Após os primeiros quatro kilómetros onde a subida era uma condicionante de peso, começou a parte a descer em direcção aos Olivais a que se seguiu uma série de longas rectas a caminho do Parque das Nações.
Voltaram as energias, e aqui o escriba e o Dr. João Madeira deram um ar de sua graça... e foi vê-los a ultrapassar aqueles que antes de nós se tinham despedido em passada mais estugada... Então os últimos 200 metros foram tão vertiginosos, com direito a sprint à laia de desafio mano-a-mano (desculpa, João, mas os teus 29 anos não te salvaram face a este veterano...) e a aplausos do público...
Fomos os primeiros VIP a passar a meta e a chegar ao Pavilhão de Portugal, onde nos esperava um acolhimento caloroso... uma camisola RTP seca, comida e bebida em abundância...Onde pouco depois chegariam os atletas profissionais (os tais que correram os 21 kms...) e onde nossos amigos, Drs. Carlos Coelho Ferreira (notável desempenho), Fernando Nunes e Paulo Curto Sousa chegariam pouco depois.
Grande jornada, adrenalina ao máximo, dores musculares na semana seguinte...
segunda-feira, outubro 01, 2007
Marketing e Comunicação Empresarial: pós graduação de elevada qualidade
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Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Empresarial No âmbito do Protocolo de Cooperação entre a Universidade Lusíada e a APPM, os Sócios da APPM poderão usufruir de um desconto de 10% no valor das propinas, condições especiais e exclusivas, no curso de Pós-Graduação em Marketing e Comunicação Empresarial (8ª edição). Este curso, baseado no método do caso, é constituído por módulos teórico-práticos nas respectivas áreas temáticas. Os participantes que obtiverem aprovação neste curso terão direito ao respectivo certificado de frequência e aprovação, podendo capitalizar créditos para o efeito de formação ao longo da vida (38 ECTS), com acesso à obtenção do grau de Mestre em Gestão, especialidade de Marketing. Os melhores alunos do curso terão a possibilidade de frequentar estágios nas empresas parceiras. Para mais informações, poderá aceder a www.appm.pt ou www.lis.ulusiada.pt, ou contactar directamente a Secretaria de Mestrados da Universidade pelo telefone 213611604/05/06/44 ou pelo ilpg@lis.ulusiada.pt. |
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Mifid: maior protecção aos investidores

Maior protecção aos investidores
A Directiva dos Mercados de Investimentos Financeiros marcará uma nova era para alguns, ou o consagrar das melhores práticas éticas e comerciais para a maioria dos bancos.Paulo Gonçalves Marcos
No primeiro dia de Novembro entra em vigor a mui aguardada Directiva dos Mercados de Investimentos Financeiros (MiFID), a mais importante peça legislativa, da última década, a incidir sobre o sector financeiro europeu. Esta Directiva insere-se no esforço mais vasto de tornar a União Europeia o espaço económico mais concorrencial do mundo, na esteira da Agenda de Lisboa, aquando do governo do eng. Guterres. Confrontada com o facto de alguns mercados não terem concretizado o desiderato político de abertura e concorrência transfronteiriça, imaginado pelos políticos, a Comissão Europeia tem desencadeado uma série de processos legislativos, visando forçar o derrubar de algumas barreiras à mobilidade e à livre concorrência entre produtores. Telecomunicações, comércio automóvel, transporte aéreo, serviços financeiros, entre outros sectores, têm sido particularmente visados.
A MiFID tem como propósitos os de acabar com o monopólio dos mercados regulamentados (“Bolsas de Valores”) como locais de transacção de títulos mobiliários; regulamentar os novos instrumentos financeiros surgidos na última década e meia (derivativos, mormente) e aumentar o nível de protecção prestados aos investidores, quer institucionais quer particulares ou pequenas empresas.
Dito de outra forma, inscrito no código genético da MiFID o fito de as empresas de investimento (bancos, corretores, gestoras de patrimónios,…) conhecerem os seus clientes em maior profundidade e adequarem as suas práticas de comercialização, de serviços e produtos financeiros complexos, à experiência e habilitação dos clientes.
Assim sendo, a comercialização de um serviço de gestão discricionária (onde o cliente autoriza a instituição financeira a gerir o seu dinheiro de forma que achar mais conveniente) ou de um ‘warrant’, para dar exemplos, passa a requerer que previamente a experiência, familiaridade e apreensão dos riscos envolvidos por parte do cliente, tenham que ser alvo de um teste. E no caso de o teste ser negativo tem a instituição financeira de informar de tal resultado o cliente, que terá, contudo, a última palavra.
A MiFID marcará uma nova era, para alguns, ou o consagrar das melhores práticas éticas e comerciais, para a maioria dos bancos e instituições financeiras a operar em Portugal. A era da adequação entre necessidades e produtos. A de não mais “vender um segundo pente a um careca sob a alegação de que o primeiro se pode gastar de uso…”. E esta Directiva é um excelente pretexto para o sector financeiro formal se afirmar, diferenciando-se das pretensas empresas de consultoria financeira (onde em muitos casos as práticas são quase predatórias e nas quais o regulador não exerce uma actividade de supervisão conveniente) que pululam de forma caótica. Para tal, os bancos deverão certificar que os seus colaboradores comerciais recebem formação e que estão ‘MiFID Compliant’, num processo de elevação do valor dos seus serviços aos olhos dos potenciais clientes. E adoptar, também aqui, as melhores práticas internacionais, onde os colaboradores que vendem produtos de investimento, seguros ou crédito à habitação estão há muito todos certificados.
Mas certificados por entidade independente, de méritos firmados, preferencialmente de cariz universitário. Desta forma, os clientes portugueses ficarão mais protegidos, de encontro às preocupações dos legisladores e reguladores. E os reguladores financeiros portugueses (Banco de Portugal – agora com novas competências na área da supervisão comportamental, CMVM e ISP) poderão dedicar as suas energias a combater a promoção selvagem de negócio ou o aconselhamento de empresas de reestruturação de créditos, verdadeiro mundo à maneira do velhinho ‘far west’…
paulo.marcos@marketinginovador.com www.marketinginovador.com www.antonuco.blogspot.com
Paulo Gonçalves Marcos, Economista, gestor de empresas e professor universitário
quinta-feira, setembro 27, 2007
Os lobos são uma treta. Não votem neles
Sobre os Lobos de Portugal, nome de guerra para a selecção de Rugby, as minhas considerações são:
1) De facto a nossa equipa é maioritariamente constituída por amadores, mas alguns dos jogadores são profissionais...jogam em França... Portanto não somos uma equipa amadora na verdadeira acepção da palavra...
2) Depois o facto de a extracção social deles ser elevada ajuda... decerto que as roupas sujam do treino são lavadas pela mariazinha ou pela ludmila e não por eles...o que custa muito menos...
3) Como equipa impressionou o patriotismo, a abnegação e o facto de saberem o hino e o cantarem a plenos pulmões. Bom, provavelmente sincero, mas denota uma educação esmerada, típica de colégio privado (nas escolas estatais algum professor ou currícula prevêem o ensino do hino?)...
4) Desportivamente forma um zero absoluto. Ora veja-se:
- queriam não sofrer mais de 50 pontos com a Escócia, mas não conseguiram...
- queriam não sofrer mais de 100 pontos com a Nova Zelândia, e também não conseguiram...
- pretendiam fazer um jogo equilibrado com a Itália, mas esta marcou seis vezes mais pontos que os Lobos...
- almejavam ganhar à Roménia, mas também aqui fracassaram...
Melhor equipa do mundial?....!!!
terça-feira, setembro 18, 2007
Mini Maratona na Ponte Vasco da Gama: 16.08.2007 - parte 3
50 metros de fama e consagração...
Outros 400 ou 500 metros sem descolar demasiado... Os amigos tinham ficado para trás mas...surpresa...o Dr. Carlos Coelho Ferreira tinha engrenado uma mudança de alta potência e passa por mim em ritmo alucinante... esforço-me para o alcançar...
"Tu estás a ir algo rápido...Vais aguentar?"
" Estou bem. Isto está a ser giro."
Poucos segundos depois o meu estimado amigo desaparecia do meu ângulo de visão...desta vez para trás...também ele tinha gozado perdidamente com o seu minuto de fama...!
8º Mini Maratona EDP: parte 2
Mini Maratona na Ponte Vasco da Gama: 16.08.2007 - parte 1
O convite VIP da organização da prova, gentileza da família Moya. O que permitiu uma experiência fantástica.
Partida do hotel Meridien, pelas 08h30, em autocarro com outros convidados ilustres e com os profissionais (portugueses e estrangeiros). A chegada ao ponto de partida na ponte Vasco da Gama, já pelas 09h10. A excitação da chegada e de atentar em vários milhares de participantes que se quedavam 200 metros atrás.
O aquecimento com os melhores corredores mundiais de provas de fundos em estrada e corta-mato. Uma experiência inolvidável, por si só. Difícil foi convencer os amigos de empreitada (Carlos Coelho Ferreira, Paulo Sousa, João Madeira e Fernando Nunes) a juntarem-se a nós... Sim, porque os africanos aqueciam de uma forma que nos deixava exaustos só de olhar...
Eu tinha prometido que nos primeiros 50 metros iria na cabeça da corrida...
quinta-feira, setembro 13, 2007
novo blogue de que muito gostamos: do fundo da comunicação
A YoungNetwork acaba de estrear um novíssimo blogue. Excelentemente bem construído, com conteúdos interessantes e muita interacção.
Uma lição, ou não fosse a YoungNetwork uma das empresas de Media and Public Relations mais inovadoras no mercado português.
http://www.dofundodacomunicacao.blogspot.com/
quinta-feira, setembro 06, 2007
Mifid/Dmif: sector financeiro português está atrasado?
Faltam cerca de três meses para a entrada em vigor do diploma que ainda tem regulamentação por concluir.
Paulo Xardoné, MiFID Group Coordinator, na NOVABASE, mostrou-se preocupado com o desenrolar de todo o processo relacionado com Directiva Europeia Mercado Instrumentos Financeiros (DMIF).
A DMIF ou MiFID, que entrará em vigor no próximo dia 1 de Novembro e visa criar um mercado único ao nível dos serviços financeiros, é ambiciosa e está a provocar muita agitação no mercado financeiro, segundo o responsável da NOVABASE.
Qualquer banco ou corretora de qualquer país da União Europeia passa a ter 400 milhões de potenciais clientes, explicou o responsável em declarações à "Vida Económica", à margem da conferência "MiFID II - Time to Action", que reuniu cerca de 80 profissionais dos serviços financeiros.
"A Directiva visa não só criar esse mercado único dos serviços financeiros, através da uniformização das regras (o que significa um aumento da concorrência europeia), mas tem em paralelo uma grande preocupação com a segurança do investidor. Outro grande objectivo subjacente da DMIF é permitir a concorrência com o mercado norte-americano", explicou o responsável.
É uma Directiva ambiciosa, mas também uma directiva de orientações e de bom senso.
Uma das partes da Directiva que mais tinta tem feito correr prende-se com a Boa Execução ("best execution"), que tem como objectivo garantir para o cliente a boa execução das suas ordens e obrigar a instituição financeira a ser capaz de o provar.
Juan Carlos Nieto, Global Head of Business Development, na Rabo Securities, dedicou toda a sua apresentação a explicar aos presentes a importância desta parte da DMIF. "Afinal, a prática de Boa Execução já existia, a grande questão é que agora é necessário ser possível prová-lo", explicou Paulo Xardoné.
Juan Carlos Nieto explicou que "há atrasos, mas que ainda vamos a tempo. Os bancos que ainda não se adaptaram devem fazê-lo. Eu, pessoalmente, gostaria que os bancos do Mediterrâneo fizessem face à concorrência", evidenciou.
O ponto da situação
"A generalidade do sector financeiro na Europa está atrasada e poderá eventualmente não estar preparada no dia de entrada em vigor da Directiva", explicou Xardoné, acrescentando, no entanto, que o sector tem de estar preparado, até porque a Directiva se inspirou em muito nas boas práticas da Inglaterra.
E se os restantes países não estiverem preparados, os serviços financeiros serão ultrapassados pelas empresas britânicas que estão preparadas para a entrada em vigor da Directiva".
Paulo Marcos, do departamento de Compliance, do BES, explicou que este banco está a preparar-se para a entrada em vigor da Directiva desde 2005 e que está tudo a decorrer dentro dos prazos previstos. "Vamos aproveitar as oportunidades que se nos colocam", sublinhou o responsável, acrescentando que, "com a nova Directiva, a concorrência a nível europeu será maior, mas que, ao mesmo tempo, muitos operadores de menor dimensão irão desaparecer".
"Não estão ao alcance de qualquer organização os investimentos que esta Directiva obriga. Tecnologia, formação, adaptação de contratos, gestão de projectos, estão entre os itens a ter em atenção, num investimento que deverá rondar os 20 ou 30 milhões de euros por empresa", referiu o responsável do BES.
MAFALDA SIMÕES MONTEIRO
Vida Económica
27-07-2007
quarta-feira, agosto 29, 2007
Search Marketing no Diário Económico

‘Search Marketing’ – a técnica de encontrar o que precisamos
Na base do ‘Search Marketing’, ou marketing de pesquisa, está o uso imparável que os cibernautas fazem das capacidades dos motores de busca.Paulo Gonçalves Marcos
Um estudo recente, elaborado pelos especialistas da Veronis Suhler Stevenson (private equity) e da PQ Media (pesquisa de media), divulgado pela eMarketer, aponta resultados muito interessantes para a evolução do mercado publicitário na Internet nos Estados Unidos e na Europa.
Assim, mesmo nestes mercados onde o investimento publicitário não tem dado mostras de grande vigor, a parte relativa à Internet está a crescer em 2007, quando comparado com o período homólogo de 2006, uns robustos 25%. E as previsões para o quinquénio de 2006-2011 a revelarem uma expectativa de 21% de acréscimo médio anual. O que fará com que o mercado publicitário na Internet mais que dobre, no período em análise, em ambos os lados do Atlântico. Ou seja, a publicidade na Internet será a maior fatia do bolo publicitário, ultrapassando a televisão e os jornais e revistas, em meados de 2011 (conquanto subsistam algumas especificidades nos mercados da Europa do Sul, onde a televisão resistirá mais algum tempo).
Isto num contexto em que nos principais mercados da OCDE se assiste não só a um declínio das tiragens dos jornais de referência, mas também, conquanto de forma ainda tímida, a uma redução ligeira do tempo devotado ao consumo de televisão…
Temos, então, o resultado do movimento combinado de mais e mais empresas a incluir a Internet nos seus planos de campanha, do desvio de orçamento de canais tradicionais (Tv, papel,…) para a net e ainda o aumento do preço de venda dos veículos de resposta directa (mormente a Pesquisa Paga em motores de busca).
Por detrás do crescimento estonteante da publicidade da net está o fenómeno imparável do ‘Search Marketing’, termo originariamente cunhado pelo pioneiro Danny Sullivan, algures em 2001. Pretendia cobrir um amplo espectro de temas relacionados, tais como: gestão de anúncios pagos nos principais motores de busca; submissão e preparação de ‘sites’ e ‘blogues’ para figurarem em lugar de destaque nos motores de busca; e finalmente o desenvolvimento de estratégias de marketing ‘online’ para empresas, organizações públicas e indivíduos.
Na base do ‘Search Marketing’, ou Marketing de Pesquisa, está o uso imparável que os cibernautas fazem das capacidades dos motores de busca. Confrontados com a proliferação de conteúdos e de páginas ‘web’, o recurso aos motores de busca (Google, Sapo, Yahoo, Msn, Clix, Aeiou, …) veio pôr ordem naquilo que se estava a transformar no pesadelo de excesso de informação na Internet.
Não tardou que os pioneiros dos motores, a maioria das vezes jovens matemáticos e estaticistas juntos em torno de um algoritmo de busca conceptualmente inovador, tenham atentado no potencial de receitas que adviria de promoverem publicidade de tipo x cêntimos por cada clique do rato (”Pay per click”). Coube à Goto.com (agora parte do Grupo Yahoo), no já longínquo ano de 1996, dar início à fileira de negócio.
Dos investimentos actuais em publicidade na net (pesquisa, anúncios tipo ‘banners’, patrocínios a eventos puramente ‘online’, redes sociais – Hi5, MySpaces, Facebook-, blogues, ‘podcasts’ e RSS,…) a pesquisa representa um terço dos investimentos totais. E explica o sucesso do Google na sua luta pelo predomínio da Net ‘vis - à - vis’ a Microsoft e a Yahoo.
Curiosamente, quando os utilizadores de motores de pesquisa são confrontados sobre a motivação para ter efectuado uma determinada busca, dois terços dos inquiridos referem alguma forma muito palpável como estímulo para a busca. Destaque para os jornais e revistas, anúncios de televisão ou rádio, lojas físicas, conselho de conhecidos e amigos…
Ou dito de outra forma, será tanto mais forte no mundo digital quem mais forte for no mundo físico… Ou o confirmar de que os incumbentes competentes não só sobreviverão como provavelmente farão parte dos vencedores da era digital…
www.marketinginovador.com
paulo.marcos@marketinginovador.com
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Paulo Gonçalves Marcos, Economista, gestor de empresas e professor universitário
terça-feira, agosto 28, 2007
Marketing de Pesquisa ou Search Marketing
A partir de um esboço de ideias que fez a gentileza de me enviar, comecei a pesquisar e aprofundar o tema. Amanhá sairá no Diário Económico um primeiro artigo de 4.000 caracteres.
Vamos continuar a aprofundar e prometemos à revista Marketeer um artigo conjunto de Paulo Gonçalves Marcos e José Augusto Silva sobre o tema.
quarta-feira, agosto 22, 2007
Digressão gastronómica em férias - parte 1
Uma breve súmula de experiências:
- restaurante da Pousada do Convento do Desagravo
Provavelmente a mais bonita de todas as Pousadas de Portugal. Edifício e recheio de cortar a respiração e pertencentes à Fundação Byssaia Barreto. Gestão do Grupo Pestana.
Atendimento simpático mas pouco eficaz no restaurante. Boa confecção e apresentação de produtos de base regional. Preço elevado e relação preço/qualidade geral algo desproporcionada.
- restaurante Camelo
Sito no hotel do mesmo nome em Seia. O anterior proprietário, Jorge Camelo, vendeu há pouco tempo o hotel e o restaurante ao grupo Eurosol.
Continua, no entanto, a assegurar a gestão do restaurante. Recebendo os comensais e os clientes estreantes de forma personalizada e com cuidado e atenção.
Comida excelentemente bem confeccionada, com destaque para os pratos regionais. Sobremesas e doçaria caseiras.
Preço moderado. Excelente relação preço/qualidade. Vale a pena a deslocação.
- restaurante Albertino
Na aldeia serrana de Folgosinho, no lado Norte da encosta da Serra da Estrela, em pleno concelho de Gouveia.
Imagine-se uma aldeia relativamente bem conservada. Onde o centro é constituído por casas de granito. Onde uma fonte, uma pequena capela recuperada e um pequeno mas lindo castelo constituem um conjunto harmonioso.
Uma profusão de bons automóveis estacionados desde a estreita estrada de acesso à povoação como no seu interior.
Várias centenas de pessoas esperando a sua vez para se poderem sentar no restaurante. Onde as mesas são preenchidas com turnos de clientes... com um tempo de espera médio para sentar superior a uma hora...Onde algumas pessoas esperavam até às 16horas pelo privilégio de puderem comer...
Entrada de bom pão de centeio e queijo amanteigado. Seguido de um prato de enchidos, duros, frios e mal amanhados...
Segui-se cabrito assado (excelente), arroz de cabidela (aceitável), leitão (seco, duro, com ossos...), javali com feijão (intragáveis) e a possibilidade de escolher uma de três sobremesas. Preço fixo de 12 euros. Tipo enfarta brutos.
Dizem-me que foi o General Ramalho Eanes, oriundo de Alcains, Fundão, quem com as suas presenças contribuiu para dar fama nacional à casa.
Cá por mim não tenciono voltar... o preço pode parecer um "barato" mas a espera, o carácter quase cantineiro do espaço, das mesas e dos assentos, a qualidade irregular da comida, aconselham a procurar outras paragens doravante...
quinta-feira, agosto 09, 2007
For those about to admire... we salut you
terça-feira, agosto 07, 2007
É o Basílio...
quinta-feira, julho 26, 2007
ndustry Risk – Firms Look for Support as MiFID Deadline Approaches
Location: London
Author: Toby West
Date: Thursday, July 26, 2007
Risk Center
The results, announced 100 days before the implementation of the directive, are published as part of a year-long MiFID Readiness survey undertaken in four phases between August 2006 and July 2007. The research catalogues changing attitudes towards MiFID and responses from more than 300 financial institutions worldwide, from both the buy-side and sell-side – making it one of the largest scale MiFID surveys undertaken to date.
Many firms are dissatisfied with the assistance they are receiving from national regulators. Half the respondents stated that their national regulators were either “bad” (32 percent) or “very bad” (19 percent) in helping them to get ready for the directive. In the UK, respondents were divided on whether the FSA’s (Financial Services Authority) minimal guidance, principles-based approach to MiFID was a good one – only 54 percent believed that this is “the best approach to prevent regulatory overload”, with the remaining respondents stating that this approach “makes it difficult to understand exactly what requirements the FSA desires, adding to the compliance task”.
The survey shows an overall increase in MiFID readiness – 53 percent of respondents now believe their preparations for the directive are “ahead” or “right-on-track”, compared with just 34 percent in September 2006. However, opinions are still divided on whether MiFID will have a positive impact. The majority (54 percent) of institutions surveyed state that they see MiFID as just “another piece of compliance”. In addition, only 42 percent of respondents believe that MiFID will be good for Europe’s economy in the next 5-10 years, with over a third still undecided.
Bob Fuller, chief executive officer at Equiduct, commented on the results: “While it is good to see that more firms now feel their preparations for MiFID are almost there, it is clear that still too many firms view this as just another compliance issue. MiFID is very much a business issue, and an opportunity for those firms that see it as such. MiFID is likely to be the catalyst for major market changes with significant, perhaps even unintended, consequences over the next few years. Therefore those firms that understand this and make good progress in the next 100 days and beyond will be the firms who are able to compete successfully in a borderless pan-European market.”
Juan Carlos Nieto, head of business development at Rabo Securities, agreed: “MiFID presents opportunities and, for some, considerable threats. The impact of MiFID in five years’ time will probably prove to be far reaching and much greater than what was actually envisaged from the introduction of the new regulations.”
Ensuring and proving best execution (the optimal mix of price, cost, speed and likelihood of execution) remains a challenge for many firms. In September 2006, almost a third of the firms surveyed stated that they would know how to ensure best execution for equities by the end of 2006. With each round of the survey, this timeline has slipped – 50 percent now believe they will not know how to do this until right up to the November 1 deadline. Where once pre- and post-trade statistical analysis of trades were chosen as the processes most likely to be used to ensure best execution, manual review of best execution has now become an increasingly popular method – cited by 58 percent of respondents in July 2007, compared to just 29 percent at the start of the survey.
For both buy-side and sell-side firms, there has been a marked shift in attitudes towards systematic internalisation - where firms execute client orders against their own order book. Between September 2006 and April 2007, the split between those firms seriously considering becoming systematic internalisers and those not was consistently 30-70. In the last 3 months, however, this has changed dramatically to an even 50-50 split. For buy-side firms, 38 percent believed that the most common reason to become a systematic internaliser would be to drive down and control the cost of best execution. On the sell-side, European expansion was the greatest driver.
"Although it is a concern that many firms seem unhappy with the support that they are receiving from regulators, it is positive that others are seizing the opportunity to launch strategic reforms. Buy-side systematic internalisation, enhanced sophistication of best execution support processes, new exchanges and new liquidity pools are a few of the initiatives that are reshaping the European financial services landscape - and making the vision of a single pan-European financial services market a reality,” commented Elias Nechachby, vice president of business development at SunGard’s Asset Arena business.
Recordkeeping is an area where the results show a dramatic improvement in understanding and implementation. In April 2007, following the announcement of the CESR’s (Committee of European Securities Regulators) proposed recordkeeping requirements, two-thirds of respondents indicated that they would either struggle to handle these new requirements, or that they were unable as yet to ascertain the impact of these proposals. Three months on and over half now believe they would be ready to handle them, with only 12 percent now indicating they will struggle. Fifty-six percent of respondents indicated that they now possess the ability to reconstitute each key stage of all trades in a specific stock, for a specific client, between two specific dates three years in the past – and only 14 percent believed this would be a difficult process.
quarta-feira, julho 25, 2007
Paulo Marcos em Conferência Bloomberg e NovaBase sobre a MiFID
Eventos
2007-06-19MiFID II - Time for action
A Novabase e a Bloomberg organizaram o evento MiFID II – Time for action que teve lugar no passado dia 29 de Junho, no Hotel Altis em Lisboa, pelas 8h45m.
Na sequência da grande adesão à Conferência de Março passado, e respondendo às diversas solicitações para a realização de uma nova edição, mais direccionada para os problemas práticos que as organizações enfrentam, foi reunido um painel de peritos nacionais e internacionais que vão ajudar a resolver as dificuldades de implementação de uma estratégia vencedora.
Foram igualmente abordados os desafios futuros que se colocarão às empresas, após Novembro de 2007 num mercado revolucionado pelos efeitos da DMIF. O evento contou com um abrangente leque de oradores, incluindo a CMVM, especialistas e stakeholders da indústria.
AGENDA
| 8:45 | RECEPÇÃO E CAFÉ |
| 9:15 | Welcome Address Rogério Carapuça, CEO, NOVABASE |
| 9:30 | A transposição da DMIF para Portugal Paulo Câmara, Regulatory Policy and International Affairs Department, CMVM |
| 10:00 | DMIF na óptica de um banco de retalho multi doméstico Paulo Marcos, University Professor, Compliance Department, BES |
| 10:30 | INTERVALO PARA CAFÉ |
| 11:00 | DMIF: Detalhando o nível 3 Paulo Xardoné, MiFID Group Coordinator, NOVABASE |
| 11:30 | The Road to Best Execution Juan Carlos Nieto, Global Head of Business Development, RABO SECURITIES |
| 12:00 | Developing An Effective Best Execution Strategy Focused On Individual Clients: Different Trades, Different Clients, Different Markets Moderator: Paulo Xardoné, MiFID Group Coordinator, NOVABASE Juan Carlos Nieto, Global Head of Business Development, RABO SECURITIES Paulo Marcos, University Professor, Compliance Department, BES Paulo Câmara, Regulatory Policy and International Affairs Department, CMVM |
| 13:00 | ENCERRAMENTO DO EVENTO |
terça-feira, julho 24, 2007
segunda-feira, julho 23, 2007
Festival Delta Tejo - 3 noites de música de qualidade
Apesar do frio, muitos pontos fortes a salientar:
- facilidade de estacionamento;
- boa música, bons intérpretes;
- excelente localização e vista sobre o rio Tejo, a Margem Sul, a colina das Necessidades. Fabulosa!
Valeu a pena! Que para o ano possa ir também!
quarta-feira, julho 18, 2007
A fuga dos jovens cérebros e o www.euvoto.eu no Diário Económico


O mercado do talento português
Muitos dos melhores e dos mais brilhantes emigram para Londres, Nova Iorque ou Madrid e dificilmente voltarão a Portugal.Paulo Gonçalves Marcos
Na coluna de hoje quero partilhar com os leitores um pouco da minha experiência com aquilo que está a acontecer ao mercado do talento português, a partir de três realidades exemplificadoras. Londres, Fevereiro de 2007. Recolha de bagagens no aeroporto. Um Domingo, ao final da tarde. “Olá, professor está bom?” E a cena repetir-se-ia mais três vezes no mesmo local. Nos dias seguintes ao longo da City e do Soho, na Chinatown ou em Canary Warf, perdemos a conta às pessoas que conhecemos oriundas de Portugal. De comum, a todas elas, o facto de terem idades abaixo dos 40 anos, licenciaturas e formação superior em áreas de Economia, Gestão de Empresas, Engenharia, Biologia, Arquitectura…Uns porque não encontraram nas suas áreas de formação académica oportunidades de desenvolverem uma carreira e um projecto profissional. Outros, quiçá a maioria, em Londres encontraram emprego e desafios profissionais em algumas das maiores empresas do mundo, com salários e remunerações globais que são três, quatro e mais vezes superiores às que encontrariam em Portugal. Uma verdadeira caça ao talento português. Nos bancos de investimento, nas grandes corretoras, nas gestoras de fundos e patrimónios, nas empresas de grande consumo, nos laboratórios farmacêuticos e nos ateliers de arquitectos famosos. Em três meros dias dezenas de encontros casuais. Cheguei a pensar que estaria algures em Lisboa ou no Porto… Mas afinal não foi mais que o confirmar da minha percepção que muitos dos melhores e dos mais brilhantes emigram para Londres, Nova Iorque ou Madrid. E que dificilmente voltarão a Portugal. Um ‘brain drain’ silencioso, que vai minar a capacidade de as empresas portuguesas e o país darem o grande salto em frente na produtividade, única forma de singrar num mundo globalizado.
Carlos Encarnação Oliveira, presidente da APPM (www.appm.pt) acaba de ser eleito por unanimidade presidente da European Marketing Confederation, o órgão de cúpula dos profissionais de ‘marketing’ na Europa. Uma marca distintiva para os profissionais do talento portugueses. Porque os gestores e os ‘marketeers’, tais como outros profissionais, actuam no mercado do talento. Uma eleição que tem o mesmo peso simbólico, conquanto não mediático, que a eleição de um português para presidente da Comissão Europeia ou da UEFA (esta ainda não aconteceu).
www.euvoto.eu, é uma comunidade cívica criada por uma equipa de académicos para auscultarem a opinião dos cidadãos sobre questões cívicas, políticas e comerciais. De adesão livre, permanente, e obedecendo às mais escrupulosas regras de protecção dos dados pessoais dos membros. Em poucos dias várias centenas de pessoas aderiram à comunidade e participaram nas suas actividades. Uma sondagem ‘online’, sobre a intenção de voto para a eleição à presidência da Câmara de Lisboa, complementada com um jogo de Bolsa Política. Ao invés de acções de empresas cotadas, a Bolsa Política tinha doze títulos, correspondentes aos candidatos em disputa eleitoral. Comprar na baixa para vender na alta, a ideia central de qualquer investidor bolsista, também se aplicava aqui. E, à semelhança do que acontece noutros mercados, também os “jogadores” revelaram uma impressionante capacidade de vaticinarem, de forma muito precisa, as votações que os principais candidatos obteriam. De facto, mercê de um algoritmo desenvolvido para o efeito, combinando as duas ferramentas, a sondagem ‘online’, por um lado, com a Bolsa Política, por outro, a www.euvoto.eu fez história. A um custo quase negligenciável! Duas ideias inovadoras, desenvolvidas em prazos muito curtos e com resultados impressionantes: uma sondagem razoavelmente precisa e um jogo que para além de ser inovador na Europa Continental, destronou em número de participantes outras iniciativas bem mais maduras de além mancha. O êxodo dos jovens cérebros, a eleição de um português ou a inovação na pesquisa de intenções de voto e opiniões, revelam que o talento português produz resultados e reconhecimento de nível internacional. Compete a todos nós criarmos as condições e a atitude para que todo este talento possa frutificar e beneficiar Portugal.
paulo.marcos@marketinginovador.com
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Paulo Gonçalves Marcos, Gestor e professor universitário





